João Rodrigues Pena, Empresário, Gestor e Consultor

Porque escolheram ficar e continuar o legado

A sucessão em grupos familiares determina a sua sobrevivência, mas, ao mesmo tempo, fascina-nos porque mexe com uma dinastia e com o poderoso imaginário social associado – como numa monarquia quando é escolhido um novo rei ou uma nova rainha. Os maiores monarcas da História sabiam que criar riqueza ou conquistar território de nada valia sem um filho varão capaz de reforçar o legado da casa real – e foram sempre uma inspiração para empresas familiares.

Há três anos a ARBORIS desenvolveu um estudo com a participação de dezenas de Presidentes dos maiores grupos familiares nacionais. Os resultados foram alarmantes: quase dois terços não comunica com a NextGen sobre carreiras ou sucessão e quase três quartos não têm processo de sucessão definido – porque não têm nenhum interesse, não sabem como fazer ou receiam fazer mal. E muitos sucessores potenciais optam por sair do País em busca de novas experiências de vida e carreiras mais aliciantes.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 28 de novembro.

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