No primeiro semestre, a Pfizer teve lucros líquidos de 5,8 mil milhões de dólares, mais 86% face aos 3,1 mil milhões de dólares do ano passado.
No segundo trimestre, o lucro líquido atingiu os 2,9 mil milhões de dólares, um crescimento face aos 41 milhões de dólares do período homólogo.
Ao nível das receitas, estas aumentaram 10% no segundo trimestre para os 14,6 mil milhões de dólares, em comparação com os 13,2 mil milhões de dólares do ano anterior.
No primeiro semestre as receitas aumentaram 1% dos 28,1 para os 28,3 mil milhões de dólares, em comparação com os 28,1 mil milhões de dólares do ano anterior.
Ao nível dos ganhos por ação, estes fixaram-se em 0,51 dólares, uma melhoria face aos 0,01 dólares do ano anterior. No primeiro trimestre o valor fixou-se em 1,03 dólares um crescimento de 86% face aos 0,55 dólares do período homólogo.
Relativamente aos resultados alcançados pela empresa o chairman e CEO, Albert Bourla, considerou que a organização teve outro “trimestre forte” ao nível da execução. “Estamos contentes como o nosso progresso no avanço do nosso pipeline de investigação e desenvolvimento (R&D na sigla inglesa), impulsionando o nosso desempenho comercial e expandindo as nossas margens. Continuamos a fortalecer a nossa empresa para o futuro e estamos confiantes na nossa capacidade de criar ainda mais valor para os pacientes e para os nossos acionistas”, acrescentou o chairman e CEO da empresa.
A Pfizer emitiu também uma guidance relativamente às receitas esperadas para 2025 colocando-as no intervalo entre os 61 e os 64 mil milhões de dólares. Além disse a empresa aumentou a sua guidance para os ganhos por ação, para 2025, em 0,10 dólares, o que faz subir o intervalo para os 2,90-3,10 dólares.