Novo Nordisk é a que mais sobe perante recuo de Trump nas tarifas elevadas à indústria farmacêutica

A Novo Nordisk, no mercado-norte-americano, fechou a sessão de quinta-feira com uma valorização de 2,1% e esta sexta-feira, em pré-mercado, valoriza mais 3%. Pfizer e Merck estão entre as que mais beneficiaram com aligeirar das tarifas norte-americanas ao setor farmacêutico.

Novo Nordisk é a que mais sobe perante recuo de Trump nas tarifas elevadas à indústria farmacêutica
Novo Nordisk

A Novo Nordisk é a empresa que mais está a beneficiar com o novo TACO (Trump Always Chickens Out) da administração norte-americana, presidida por Donald Trump. Relembre-se que o governante tinha ameaçado um setor com uma tarifa de 200%, que podia subir até aos 250%, se as empresas não deslocassem as suas produções para os Estados Unidos.

A empresa europeia, com origem na Dinamarca, na quinta-feira, no mercado-norte-americano, fechou com uma valorização de 2,1% e esta sexta-feira, em pré-mercado, valoriza mais 3%.

Outras empresas farmacêuticas também estão no verde mas não apresentam o mesmo comportamento da Novo Nordisk.

Entre as mais beneficiadas estiveram a Merck que fechou a sessão de quinta-feira com uma valorização de 1,6% e em pré-mercado, esta sexta-feira, sobe 0,5%, enquanto que a Pfizer na quinta-feira fechou a sessão com uma subida de 1,4% e em pré-mercado, nesta sexta-feira, sobe mais 0,3%.

A Eli Lilly valorizou 0,6% no fecho da bolsa na quinta-feira e hoje, em pré-mercado, sobe 0,1%.

A Johnson & Johnson subiu na quinta-feira 0,05% e hoje, também em pré-mercado sobe 0,15%.

A GSK vai em sentido contrário do setor tendo em conta que esta sexta-feira quebra 0,03%.

Recorde-se que o presidente dos Estados Unidos tinha ameaçado a indústria farmacêutica com tarifas de 200% um valor que poderia subir para os 250%. O governante norte-americano referia que se a indústria não deslocasse a sua produção para território norte-americano acabaria por ser afetada pela tarifa. Contudo a administração norte-americana acabou por recusar na sua intenção, na quinta-feira, quando foram divulgados os detalhes da tarifa de 15% que os Estados Unidos vão aplicar aos produtos da União Europeia.

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