OMS admite planos de contingência para possíveis ataques químicos na Ucrânia

O responsável da OMS foi mais além nas suas declarações e indicou que com a incerteza de toda a atual situação "não existem garantias que a guerra não escale e fique pior"

OMS admite planos de contingência para possíveis ataques químicos na Ucrânia
Organização Mundial de Saúde

A diretoria europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu que se está a preparar para eventuais “ataques químicos” na Ucrânia, escreve a “Reuters”. Este é um sinal de que a organização está a levar a sério as ameaças que surgem do ocidente e de Moscovo.

“A OMS está a considerar todos os cenários e a realizar contingências para diferentes situações que podem afligir as pessoas da Ucrânia, desde o tratamento de vítimas em massa a ataques químicos””, adiantou Hans Kluge, o diretor da OMS para a Europa.

O responsável foi mais além nas suas declarações e indicou que com a incerteza de toda a atual situação “não existem garantias que a guerra não escale e fique pior”. Assim, a OMS mostrou estar preparada para agir com as proteções adequadas.

Segundo a “Reuters”, a conferência de imprensa, que decorria em Lviv, foi suspensa quando as sirenes de um possível ataque russo começaram a soar. Ainda assim, Heather Papowitz, responsável por incidentes da OMS, ainda foi a tempo de dizer que existem várias possibilidades de ataques com químicos, uma vez que a Ucrânia é um país ligado ao sector.

Vários países do ocidente, e que aplicaram sanções à Rússia, já se mostraram preocupados com o uso de armas químicas e biológicas contra a população ucraniana, existindo também o risco destes ataques terem efeitos foram do território.

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