A Norgarante, uma das quatro sociedades operacionais do sistema português de garantia mútua, tem recebido críticas pela demora no processo de recompra das ações detidas pelas empresas no âmbito da obtenção de garantias de crédito.
Segundo fontes das empresas que beneficiaram de empréstimos com garantia mútua, o tempo de espera do reembolso através da recompra de ações supera já os 12 meses. Entretanto, as empresas, geralmente PME, sempre necessitadas de liquidez, ficam sem acesso ao dinheiro.
A explicação da Norgarante [que será presidida no futuro por José Athaíde Furtado] é que os limites legais à compra de ações próprias (10%) impedem a celeridade no processo. Mas promete soluções.
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