Ministros das Finanças e cotadas portuguesas marcam presença em Davos

O encontro anual de líderes governamentais e empresariais em Davos tem início amanhã,dia 19, apresentando como lema nesta 56.ª edição “Um Espírito de Diálogo”.

Ministros das Finanças e cotadas portuguesas marcam presença em Davos
Davos-sob-o-signo-das-guerras

De Portugal viajam, além do ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, o presidente-executivo da EDP, Miguel Stilwell d’Andrade, e o administrador-executivo Pedro Vasconcelos. A energética apresenta-se no palco internacional do Fórum Económico Mindial para “contribuir para o debate global sobre caminhos acionáveis e orientados para soluções que reforcem a resiliência, a competitividade e um crescimento inclusivo, em alinhamento com o mote central do WEF 2026, “Um Espírito de Diálogo”, e num momento em que o setor da energia desempenha um papel decisivo a nível global”.

Também a Galp estará representada pelos copresidentes da Comissão Executiva Maria João Carioca e João Diogo Marques da Silva, bem como a Sonae, pela CEO Cláudia Azevedo.

Também a NTT Data confirmou a sua participação no Fórum Económico Mundial, na Suíça, em painéis de debate. Do lado português está em destaque, também, a participação da bioengenheira Maria Loureiro, única portuguesa entre os 40 jovens líderes do mundo que participam no Fórum. Com 26 anos, Maria Loureiro estuda a aplicação de Inteligência Artificial na área da saúde, nomeadamente no diagnósticos avançados de cancro, doença de Alzheimer e Parkinson. No Fórum Económico Mundial estará presente também o secretário-geral da ONU, António Guterres, bem como Donald Trump.

Relacionado

Miranda Sarmento aponta investimento estrangeiro como motor da transformação da economia portuguesa

Miranda Sarmento aponta investimento estrangeiro como motor da transformação da economia portuguesa

Maria Teixeira Alves e Lusa24 Jun
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, defendeu esta terça-feira que Portugal precisa de continuar a atrair investimento direto estrangeiro em quatro áreas estratégicas – indústria, transição energética, inteligência artificial e centros de dados, e serviços de elevado valor acrescentado – para aumentar a produtividade e acelerar a transformação da economia.