Medir a experiência do cliente para além do NPS, CES, CSAT, e ‘Churn Rate’

Impulsione a inovação e o crescimento através da Experiência Inteligente.

Medir a experiência do cliente para além do NPS, CES, CSAT,  e ‘Churn Rate’
Medir a experiência do cliente para além do NPS, CES, CSAT, e ‘Churn Rate’

Impulsione a inovação e o crescimento através da Experiência Inteligente.

Hoje em dia ninguém tem dúvidas sobre a importância da experiência do cliente (CX), mas uma confluência de forças em colisão tornou o assunto mais importante do que nunca, onde as mudanças de comportamento do consumidor têm um papel fundamental.

No entanto, grande parte das organizações continua a debater-se com desafios de como melhorar a experiência do cliente e como medi-la com significado. Adicionalmente, mesmo as empresas mais avançadas e maduras em CX encontram dificuldades no estabelecimento de uma ligação quantitativa entre o comportamento do cliente e os resultados de negócio, procurando soluções que evitem continuar a basear-se em perceções subjetivas – intuições – e dados qualitativos para priorizar as suas decisões.

É certo que está familiarizado com as bem conhecidas métricas Net Promoter Score ® (NPS), Customer Satisfaction (CSAT), Customer Churn Rate (CCR), First Contact Resolution (FCR), Average Resolution Time (ART) ou Customer Effort Score (CES). E também com a forma como e onde calcula estas métricas nos diferentes pontos de contacto com o cliente, como as mesmas influenciam as suas ações e tem um enorme impacto no seu negócio. Contudo, e de acordo com um estudo da Harvard Business Review Analytic Services, quase metade de todas as empresas pesquisadas identificou como muito ou extremamente desafiador a ligação entre a experiência do cliente e os resultados de negócio.

Fornecer uma experiência excecional ao cliente é difícil e ligá-la a resultados de negócio tangíveis é ainda mais difícil. Para quantificar a experiência do cliente, primeiro é preciso desenvolver uma visão unificada do cliente, à medida que ele interage com a marca, em todos os canais e ao longo do tempo.

Para alcançar esta visão unificada e fornecer experiências personalizadas ao cliente, a análise deve evoluir de relatórios retrospetivos, para um envolvimento em tempo real orientado por comportamentos. No entanto, o oceano de dados e os problemas de integração impedem ou dificultam muitos desses esforços.

Precisamos assim de desenhar soluções para fechar a lacuna da empatia, focando-nos em ambos os lados da equação, quer do lado do cliente quer da empresa. É necessária uma nova abordagem que aprofunde os insights e a empatia do cliente de forma a criar envolvimentos, experiências e relacionamentos altamente diferenciados e orientados por insights, e do lado da marca priorizar onde investir e aumentar a velocidade da adoção de novas tecnologias e novas formas de trabalhar, para transformar e automatizar operações voltadas para o cliente.

Para sobreviver e prosperar numa economia centrada na experiência, acreditamos que as organizações precisam de repensar fundamentalmente a forma como capacitam essa mesma experiência.

A solução está numa nova abordagem, o SMX (SMart eXperience), que proporciona uma medição abrangente em tempo real e de design continuo do envolvimento do cliente, e a compreensão dos principais motores de motivação em todos os pontos de contacto, que permitam compreender os principais condutores, motivadores e emoções através de personas orientadas por dados e jornadas de cliente:

1. Uma nova forma de medir a experiência e construir empatia: refletir os comportamentos, motivações e conectividade emocional do cliente/consumidor/cidadão
2. Uma nova forma de prever o valor do cliente e os resultados financeiros: expressar o valor trocado entre o cliente e o negócio
3. Uma nova forma de ativar as interações dos clientes: para otimizar experiências e entregar valor aos clientes através dos canais
4. Uma nova forma de conceber e implementar a experiência em escala: acelerar a cadeia de valor da tecnologia, processos, pessoas e ecossistemas.

Relacionado

EY EnergyShot com Filipe Santos

EY EnergyShot com Filipe Santos

JE Lab28 Ago
Neste episódio, recebemos Filipe Santos, CEO do Smart Energy LAB, uma organização que se dedica ao desenvolvimento de soluções inovadoras para acelerar a transição energética. Numa conversa conduzida por José Roque, Partner EY, Energy & Resources Sector Leader, foram explorados os desafios da mobilidade elétrica e o papel da inovação no futuro da energia. Em destaque esteve o EDGE, uma solução tecnológica focada na gestão inteligente de carregamento de veículos elétricos em edifícios com estacionamento partilhado.