1. Que valor tem um MBA em 2023? 2. Qual a importância de um LL.M.? 3. Quais os ganhos de fazer o (s) programa s)?
Maria José Amich
Directora Executiva da The Lisbon MBA Católica | NovaAcreditamos que fazer um programa de MBA proporciona aos alunos os conhecimentos e competências que as empresas procuram nos seus gestores e líderes para enfrentar os desafios de uma economia global em constante transformação. É reconhecido que um MBA conduz a progressão de carreira de forma mais rápida para atingir lugares de liderança nas organizações, o que implica uma grande responsabilidade. Por isso no The Lisbon MBA Católica|Nova damos muita importância ao desenvolvimento de competências de liderança, que tem como ponto de partida o autoconhecimento dos alunos e a descoberta do seu próprio estilo de liderança e autodesenvolvimento, colocando o ênfase nas competências interpessoais ligadas à empatia, adaptabilidade, persuasão e resiliência, entre outras.
Um MBA de topo como o The Lisbon MBA está sempre à frente das tendências no mundo da gestão empresarial, por isso, é também reconhecido que o nosso MBA prepara os gestores para resolver problemas complexos na transformação dos modelos de negócio que as empresas precisam para ser bem sucedidas nesta revolução digital, com um pensamento estratégico e um mindset criativo e empreendedor.
De salientar também que um MBA é um passo de uma vida de long life learning para a qual contribui de forma significativa estar inserido numa comunidade de alunos de MBA que procuram a entreajuda através da partilha de conhecimentos e experiências e na progressão da carreira profissional.
José Crespo de Carvalho
Presidente da Comissão Executiva
do Iscte Executive Education
1. Eu talvez fizesse a questão ao contrário, se me permite. Ou seja, o que se perde por não fazer um MBA? Essa é a grande questão. E porquê? Porque quem não faz e podia fazer perde uma maior capacidade na decisão, um ganho tremendo de autonomia, uma habilidade em conectar pontos no sentido de criar soluções para problemas, enfim, toda uma postura de independência e maturidade que se ganha no processo que o torna tão relevante na vida de alguém.
Às vezes perguntam-me: precisa de ser tão longo? Um ano e meio na vida de alguém não é nada e é tudo. É o que é preciso para fazer um shift completo na forma de pensar, na forma de agir, na forma de decidir e na autonomia ganha. É muito importante passar por um processo longo e, por isso, está estudado que é o tempo necessário para criar essa mudança. Nunca mais se olha para um problema da mesma forma. Nunca mais se olha para um ser humano como apenas um colega, mas, sim, como um ativo. Nunca mais se olha para alguém a quem se vejam menores capacidades como alguém inferior, mas como alguém que nos pode sempre ensinar e ajudar a criar equipa a sério. Esse processo demora tempo. É como um vinho, tem de estagiar. Tem de “fermentar” naturalmente para se tornar bom. E isso acontece com as pessoas. Tornam-se muito mais pessoas, muito melhores decisores, muito mais capazes e autónomos. Confiantes. E isso só vem com o tempo.
3. Ganhos para fazer um MBA são evidentes. OMBA Gestão Sustentável tem uma cambiante, porque é em inglês, e uma preocupação de integrar em cada módulo e no programa como um todo a perspetiva ESG – Environmental (Ambiente), Social (Social) e Governance (Governança Corporativa). Adicionalmente, é igualmente acreditado pela AMBA. Sofre sempre de um mal que é o de, talvez, estar antes do seu tempo para um MBA. Ou não, aqueles que apostarem agora farão um long shot. Depende da perspetiva.
Paulo Soeiro de Carvalho
Diretor Executivo do ISEG MBA
1. As empresas reconhecem a mais-valia de contar com profissionais que realizaram um MBA nos seus quadros. Adquirem a robustez de conhecimentos e experiências que lhes asseguram
a autoconfiança necessária para desenvolverem a sua carreira e vida com propósito, seja empreendendo para novos desafios, para ascensão de carreira nas organizações onde já se encontram ou para a criação, muitas vezes com sucesso, dos seus próprios negócios. O ISEG MBA, inclusive, apoia os participantes no desenho do caminho para os seus objetivos, na área de Leadership & Personal Development, que é das mais destacadas pelos participantes.
3. Os hard skills que os participantes adquirem no MBA são de extrema importância para o desempenho de funções de grande responsabilidade, mas também as soft skills desenvolvidas são cada vez mais indispensáveis e valorizadas. O período de vida em que os participantes realizam um MBA, com cargos de responsabilidade e muitas vezes família, implicam gestão de tempo, capacidade de priorização, a que se somam dimensões críticas de liderança, networking com participantes de backgrounds e nacionalidades distintas, que multiplicam a sua visão do mundo e negócios, e estruturação de informação complexa, através de desafios lançados ao longo do programa. No caso específico do ISEG MBA, a exposição aos temas que estão a moldar o mundo e negócios (de Foresight, Empreendedorismo & Inovação, Disrupção Digital, Design & Agility e Sustentabilidade & Governance) com parceiros de referência, como World Economic Forum e Instituto Superior Técnico, permite ainda desenvolver frameworks para liderar e criar valor em momentos de grande incerteza, que é na verdade a realidade do mundo nos dias de hoje.
Luís Marques
Diretor do MBA
da Católica Porto Business School
A tendência atual do life-learning-experience combina muito bem com um MBA. Além de possibilitar a consolidação de conhecimento de gestão em áreas multidisciplinares, potencia esta aprendizagem com foco na prática. Assim, a diversidade na formação e experiência profissional dos nossos alunos contribuí, de forma relevante, para o aumento da partilha de conhecimento entre os alunos. Julgamos, mesmo, que esta heterogeneidade de experiências é um dos fatores de atração e desenvolvimento no MBA, possibilitando a ‘re-formação’ contínua ao longo da vida.
Para 2023, em linha com a orientação estratégica e investimento dos últimos anos, no MBA Executivo da CPBS destaco 3 aspectos: i) reforçámos a componente de desenvolvimento humano: passámos a incluir sessões de mentoria nos dois anos após a conclusão do MBA, o que permitirá aos alunos consolidarem as competências adquiridas; ii) aumentámos o número de docentes estrangeiros: reforçámos a experiência internacional dos alunos com docentes com carreira profissional em multinacionais e que hoje se dedicam ao ensino para executivos; iii) aumentámos a presença das empresas na apresentação e análise de casos: convidámos as empresas parceiras do Clube de Empresas do MBA Executivo a intensificarem a relação (que já era boa), envolvendo-se na exploração de mais casos em aulas.
Rui Ribeiro
Diretor Executivo da LISS – Lusofona Information Systems School
O MBA de Sistemas de Informação é um curso avançado de Gestão de Sistemas de Informação e Empreendedorismo, ou seja, tem o valor de criar competências fundamentais para a gestão empresarial, digital e de inovação procurado no mercado empresarial atual. O vetor Digital e de Gestão de Sistemas de informação suporta todo o conhecimento avançado sobre o papel que os Sistemas de Informação e de Transformação Digital têm no desenvolvimento da eficácia e eficiência das empresas. Adicionalmente, este MBA permite o desenvolvimento de ideias inovadoras, capazes de se tornarem empresas e a sua apresentação a investidores de mercado, integrando os alunos diretamente com projetos da incubadora de ideias e empresas PLAY – Creative Ideas. O MBA de Sistemas de Informação e Empreendedorismo apresenta um curriculum inovador e integrado, pois é: baseado nas melhores práticas mundiais de conhecimento empresarial; integrado diretamente com os ambientes de investigação, desenvolvimento e inovação da universidade e de empresas parceiras; suportado pelas diferentes variáveis de responsabilidade social e ética empresarial e baseado em diversas interações de aprendizagem única de ambientes teóricos e práticos e de fortes desenvolvimentos de competências interpessoais.
Adicionalmente, o MBA de Sistemas de Informação e Empreendedorismo permite um conjunto alargado de experiências extracurriculares, as quais pertencem ao programa geral do curso, oferecendo uma oportunidade única de aumento da rede pessoal e empresarial aos alunos, que lhes permite potenciar o sucesso pessoal e profissional.
O curso tem como destinatários profissionais e líderes das áreas de Gestão Empresarial;profissionais e consultores de Tecnologias de Informação que carecem de bases de gestão, de empreendedorismo e liderança e gestores de empresas e outros profissionais que pretendam iniciarem ou aprofundar conhecimentos na área dos negócios digitais e de sistemas de informação geral.
Margarita Carvalho
Coordenadora do MBA
para Gestores de PME da UPT
1. A realização de MBA não só permite o crescimento pessoal e valorização profissional de quem dele beneficia diretamente, mas contribui indubitavelmente para o desenvolvimento das empresas e para o reforço da sua competitividade, com reflexos evidentes também na economia.
O atual cenário em que as empresas têm operado, muito volátil, complexo e de incerteza, reforça ainda mais a necessidade de gestores dotados de capacidade de decisão e flexibilidade para redirecionar negócios, projetos e equipas.
Muitos são os desafios que se colocam às empresas e que passam (só para enumerar alguns) pela transformação digital, a sustentabilidade dos modelos de negócio, competitividade, qualificação dos seus recursos, tendo a formação executiva um papel importante tornando-as mais ágeis e capazes.
3. O Short Master MBA para Gestores de PME é orientado para o desenvolvimento das competências mais valorizadas no mercado de trabalho, apostando numa forte componente prática através de estudos de casos reais, simulações em ambiente empresarial e trocas de experiências. Privilegia-se ainda o desenvolvimento de competências de liderança, comunicação, gestão de conflitos, criatividade e inovação.
Os profissionais que frequentam a formação executiva têm a oportunidade de fortalecer as suas competências técnicas mas também a sua capacidade de perseverança e resiliência num ambiente que estimula a criatividade e inovação. O ambiente dinâmico em que a formação decorre e a forte ligação ao meio empresarial privilegia o networking e a proximidade e estas são, sem dúvida, fatores que caraterizam e distinguem a marca UPT.
A aposta num programa diferenciador, na medida que responde às exigências específicas destas empresas, visa garantir a existência de formação executiva com forte ligação ao tecido empresarial e adequação deste tipo de oferta formativa aos atuais desafios que se colocam aos seus gestores.
O Short Master MBA para gestores de PME pretende, assim, ir ao encontro da procura por parte daqueles que ambicionam novas experiências de aprendizagem capazes de complementar os conhecimentos e aptidões adquiridas.
Tito Rendas
Diretor Executivo da Católica Global School of Law
2. Para um aluno de Direito, a importância de um LL.M. é tanto maior quanto maior for a sua ambição de prosseguir uma carreira internacional. Num mundo cada vez mais globalizado, em que se espera que os juristas se sintam confortáveis a lidar com fontes de Direito de origens diversas e com clientes de diferentes países, um programa de LL.M. é uma mais-valia indiscutível no CV. É um sinal claro que o jurista dá ao mercado de que tem as competências necessárias – desde logo académicas, mas também linguísticas – para exercer nesse mundo.
3. São muitos, mas destacaria três. Em primeiro lugar, o crescimento intelectual. Um programa de LL.M. é, naturalmente, muito mais desafiante do que um programa de primeiro ciclo. As respostas que os alunos vão dando aos desafios com que se vão deparando ao longo do ano de LL.M. proporcionam-lhes um aumento acelerado da maturidade intelectual. Em segundo lugar, a empregabilidade. Um programa de LL.M. abre as portas a um conjunto de carreiras internacionais, aumentando o leque de escolha dos alunos. Muitos dos nossos alumni, portugueses e estrangeiros, estão agora a trabalhar nas maiores sociedades de advogados dos Estados Unidos e do Reino Unido, em organizações internacionais e em instituições europeias. Por fim, destacaria a experiência social e cultural. As turmas de LL.M. da Católica Global School of Law são consistentemente compostas por uma maioria de alunos estrangeiros, dos mais variados países e perfis sociais e profissionais, o que torna a experiência muito enriquecedora também no plano não académico.
Henrique Pires
Subdiretor do ISAG – European Business School
1. O mundo corporativo está cada vez mais competitivo e os profissionais precisam de se reinventar sendo o conhecimento e as competências transversais a base de tudo. Desenvolver novos conhecimentos e competências abre portas para quem não fica à espera de surgirem bons ventos ou para quem sabe que o seu lugar no mundo não está garantido.
Em resposta a este contexto, o MBA do ISAG-European Business School (ISAG-EBS) prepara profissionais combinando as especificidades nacionais com o ambiente internacional e global. Oferece um conjunto de competências valorizadas na gestão diária e de topo das empresas, incluindo know-how nas áreas das finanças e dos mercados financeiros, comunicação e marketing, recursos humanos e liderança, estratégia e neurobusiness sempre num ambiente imersivo de contexto empresarial. Com o MBA do ISAG-BES há a oportunidade de estabelecer e alargar uma networking quer com outros participantes, quer com docentes com experiência empresarial, quer em eventos corporativos e rede alumni nacional e internacional.
3. O ISAG-EBS oferece o MBA Executivo e o MBA Executive Programme (online lecionado em inglês). Com estes dois programas pretende-se que os participantes desenvolvam capacidades de anteciparem tendências futuras, de terem uma visão sistémica na abordagem dos desafios diários, de serem agentes de mudança nas suas organizações e no meio envolvente, de saberem gerir as suas emoções, de saberem reinventar-se a cada contrariedade que lhes surjam, de saberem influenciar as pessoas para gerar transformação atendendo às necessidades e expectativas de todos os stakeholders. Estas são competências fundamentais para o sucesso, desenvolvê-las nos nossos MBA’s é a aposta certa!
Georgina Morais
Diretora
da Business School | ISCAC
1. O relatório dos Riscos Globais do World Economic Forum permite constatar que estamos perante riscos emergentes que exigem dinâmicas diferentes perante as organizações com impactos significativos para a humanidade. Assim, as entidades têm de dotar-se de recursos humanos com competências capazes de enfrentarem e responderem a estas constantes incertezas. O MBA e toda a formação Executiva proporciona valor acrescentado para os profissionais das mais diversas áreas, permitindo encontrar momentos de reflexão e orientação, pensamento critico, criação de networking, solução para a resolução de problemas reais, entre outros. Mas o valor de um MBA não é só para os profissionais, é também para a nossa CBS, na medida em que nos permite estar próximo dos profissionais e ajudá-los, aumentar a rede de contactos, cooperar com os nossos parceiros e com a comunidade em geral. Estes programas têm sido uma alavanca de crescimento tanto para a formação executiva como para a formação graduada. Os destinatários dos tradicionais MBA estão cansados de generalidades e indisponíveis para programas longos, pelo que o novo paradigma passa por segmentar esses programas. Assim, tem-se criado mini MBA das várias áreas da Gestão, tais como em Auditoria Interna, Gestão de Pessoas e Equipas, Inteligência Artificial para Executivos em parceria com a Microsoft Portugal, Empreendedorismo e Aceleração de Negócios, lecionados na nossa escola e /ou nas instalações das várias empresas protocoladas.
3. O ganho principal de quem frequenta estes programas na nossa Business School é tornar-se nosso parceiro numa relação de cooperação continuada. Ninguém fica indiferente à passagem pela nossa CBS e à ligação com o nosso corpo docente altamente especializado, com uma profunda experiência no mundo empresarial e organismos públicos.
Tal como dizia Peter Drucker “Não se pode prever o futuro, mas pode-se criá-lo”, e isto é o que tentamos fazer no dia a dia na nossa escola, num setor tão exigente e dinâmico como a formação executiva. Exige muita busca pela inovação, estar atento às dinâmicas do mercado, do valor que o nosso público alvo necessita, muita flexibilidade e trabalhar em cooperação com os nossos parceiros, quer nacional quer internacional.
Maria de Castro
EMBA Admissions | Career Management for EMBA da AESE Business School
1. O atual contexto de incerteza, volatilidade e ambiguidade requer preparação, renovação de conhecimentos interdisciplinares e a aquisição de novas ferramentas e competências para criar soluções sustentáveis, seja ao nível organizacional seja ante problemáticas globais. Nesse sentido, empresários, gestores e executivos têm procurado cada vez mais programas de formação como o Executive MBA.
Em concreto, o programa da AESE Business School potencia a capacidade de enfocar os temas de forma holística, tendo em conta o impacto temporal, organizacional e transversal, ao mesmo tempo que confere uma dimensão estratégica ao modo como se encara o contexto macro e micro em que se vive. Confere assim a possibilidade de desenvolver uma visão mais profunda do negócio e do seu enquadramento. A aquisição de ferramentas que capacitam os participantes a rentabilizar recursos, potenciar investimentos, gerar novas fontes de receita, colocar as pessoas no centro e contribuir para uma sociedade sustentável e justa, tornam o Executive MBA AESE uma proposta muito atrativa nos dias de hoje.
3. O Executive MBA AESE é um programa de formação e transformação robusto, transversal a todas as áreas de gestão geral de uma empresa e que promove a maximização das competências de liderança, análise de negócio e de tomada de decisões em qualquer cenário. Dá acesso a um ensino de qualidade superior e diferenciador, visto que dispomos de um corpo docente de prestígio – com professores da AESE, do IESE e de outras top business schools internacionais, – e somos pioneiros na utilização do Método do Caso.
Ao longo dos dois anos letivos, os participantes têm a possibilidade de conhecer e explorar os problemas que afetam organizações de geografias e setores distintos, trocar ideais e aprender com executivos de diferentes áreas, adquirir novas ferramentas de gestão e liderança e desenvolver projetos com impacto real no negócio das suas empresas.
Enquanto o Método do Caso permite exercitar a tomada de decisões em contexto de incerteza e onde há falta de informação, a disciplina de Empreendedorismo ensina a olhar a realidade de forma crítica, sair da zona de conforto, ganhar flexibilidade e construir negócios inovadores, que pretendem colmatar as lacunas e/ou explorar as oportunidades existentes.
As três semanas académicas internacionais, realizadas em Lisboa – com a presença de professores do IESE Business School e alunos do Executive MBA de escolas parceiras, – e ainda em Nova Iorque e Tóquio, dão aos nossos participantes a possibilidade de viver experiências imersivas únicas, conhecer novas culturas, alargar a sua rede de contactos e visitar a sede de empresas líderes mundiais.
Para além disso, os serviços de executive coaching e career advisory que o programa oferece, os inúmeros eventos de networking com alumni e executivos de topo, as electives – que permitem customizar o programa conforme as preferências e necessidades de cada participante -, fazem do Executive MBA AESE uma experiência ímpar e profundamente transformadora.