‘Fintech’ Doutor Finanças lança simulador para calcular poupança mensal necessária para metas financeiras

O simulador possibilita a comparação de vários cenários através do ajuste de variáveis como o prazo, o montante, a taxa de retorno ou a capitalização dos rendimentos. A plataforma pode ser usada para metas como a criação de fundos de emergência, complemento de reforma, entrada para habitação ou financiamento de despesas futuras.

‘Fintech’ Doutor Finanças lança simulador para calcular poupança mensal necessária para metas financeiras
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A ‘fintech’ Doutor Finanças lançou um simulador de poupança gratuito para ajudar os portugueses a calcular o esforço mensal necessário para atingir objetivos como a compra de casa, a reforma ou viagens.

A ferramenta, disponível no ‘site’ da empresa especializada em bem-estar financeiro, permite transformar intenções de poupança em planos concretos. O cálculo é feito com base no montante final pretendido, no capital inicial disponível, no prazo definido e numa taxa média anual de retorno estimada.

O simulador possibilita a comparação de vários cenários através do ajuste de variáveis como o prazo, o montante, a taxa de retorno ou a capitalização dos rendimentos. A plataforma pode ser usada para metas como a criação de fundos de emergência, complemento de reforma, entrada para habitação ou financiamento de despesas futuras.

“Com este simulador, queremos ajudar cada pessoa a perceber, de forma simples e realista, quanto precisa de poupar todos os meses para chegar à sua meta”, explicou o ‘chief education officer’ do Doutor Finanças, Sérgio Cardoso, citado em comunicado. O responsável sublinhou que, ao transformar objetivos em números concretos, o planeamento financeiro torna-se “mais acessível”.

Para utilizar a ferramenta, o utilizador deve introduzir o valor final pretendido, o montante já acumulado, o número de anos disponíveis, a taxa média anual de retorno e indicar se os rendimentos serão reinvestidos. O sistema apresenta depois o valor mensal a colocar de lado, o capital total investido e a fatia do objetivo que resultará dos rendimentos gerados.

Em termos práticos, a empresa exemplifica que uma pessoa com 5.000 euros poupados que pretenda atingir 30.000 euros para a entrada de uma casa, num prazo de dez anos, terá de poupar cerca de 173,01 euros por mês, considerando um retorno médio de 2,7% e capitalização anual.

Já para obter um complemento de reforma de 150.000 euros em 30 anos, partindo de 3.000 euros e com um retorno médio de 4,6%, o esforço de poupança mensal cifrar-se-á nos 185,92 euros.

Com este lançamento, a ‘fintech’ refere que pretende reforçar o compromisso com a literacia financeira em Portugal, através da disponibilização de ferramentas práticas de gestão do orçamento familiar.

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