Ex-edifício dos CTT convertido em residencial e comércio

Ex-edifício dos CTT convertido em residencial e comércio
Ex-edifício dos CTT convertido em residencial e comércio

O grupo dst é responsável pela reabilitação do antigo edifício dos CTT, em Lisboa, uma obra que prevê a execução de 104 apartamentos e 15 espaços comerciais, mesmo no coração da capital, no Cais do Sodré. Trata-se de um edifício com cinco pisos e mais de 12 mil m2 de área bruta de construção, cujo investimento global é superior a 6,2 milhões de euros. O empreendimento dá pelo nome de “Lisbon 8 building”.

A empreitada, que terá um impacto notável no centro histórico de Lisboa, vem confirmar a requalificação urbana como uma das áreas de eleição do grupo dst, através de obras onde tradição e modernidade se fundem em projetos arrojados, mas plenos de qualidade. A intervenção no antigo edifício dos CTT da capital vai desde a reabilitação de todos os vãos de madeira existentes nas fachadas, até à substituição da cobertura existente e abertura de vãos nas fachadas para acesso aos novos espaços comerciais, passando ainda pela execução completa dos 104 apartamentos de várias tipologias.

Além da dst, s.a., empresa do grupo que ficou encarregue de todos os trabalhos de construção civil da obra, participam nesta empreitada a dte, que ficou responsável pelas especialidades de eletricidade, telecomunicações, segurança e AVAC, a tmodular, que executará os trabalhos de madeiras, carpintarias e reabilitação dos vãos das fachada e a tgeotecnia, que tratou da parte das fundações e microestacas. Para José Teixeira, presidente do grupo dst, esta é uma intervenção “que confirma a empresa como um dos principais players do mercado no que concerne à requalificação urbana do edificado nas grandes cidades”.

OJE

Relacionado

Plataforma e-Leilões ultrapassa oito mil milhões de euros em vendas nos primeiros 10 anos

Plataforma e-Leilões ultrapassa oito mil milhões de euros em vendas nos primeiros 10 anos

Maria Teixeira Alves2 Set
Desenvolvida e gerida pela OSAE, por despacho do Ministério da Justiça, a plataforma gerou, até julho de 2026, mais de oito mil milhões de euros. No primeiro trimestre deste ano, as vendas superaram os 121,5 milhões de euros, com mais de 2.500 leilões realizados e cerca de 46.900 licitações. O imobiliário concentrou a maior parte deste volume, com mais de 118,6 milhões de euros, 1.200 leilões e 36.500 licitações.