ETF’s e ações ultrapassam imobiliário como principal escolha de investimento dos jovens portugueses

Já em Portugal, "a preferência dos jovens por estas alternativas é também muito clara". "Embora o imobiliário continue a ser a principal escolha para 42% de todos os inquiridos, as gerações mais jovens estão consideravelmente mais interessadas no mercado de capitais como forma de investir".

ETF’s e ações ultrapassam imobiliário como principal escolha de investimento dos jovens portugueses
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Em toda a Europa, 37% dos jovens entre os 18 e os 24 anos afirmam que as ações e os ETF’s são a sua principal escolha para criação de riqueza a longo prazo, ultrapassando o imobiliário, que foi mencionado como principal escolha por 30% dos inquiridos da Geração Z, apontou a Revolut, esta segunda-feira.

Já em Portugal, “a preferência dos jovens por estas alternativas é também muito clara”. “Embora o imobiliário continue a ser a principal escolha para 42% de todos os inquiridos, as gerações mais jovens estão consideravelmente mais interessadas no mercado de capitais como forma de investir, com 44% dos jovens entre os 18 e os 24 anos a referirem ações e ETF’s como principal escolha, em contraste com apenas 31% que escolhem o imobiliário”, referiu.

Além disso, “uma nova geração está a desempenhar um papel significativo na participação no mercado de capitais em Portugal, com 56% de todos os investidores da Revolut no país a terem entre 18 e 34 anos”.

“Com base em dados internos, os investidores entre os 25 e os 34 anos demonstram preferência pela diversificação: os seus portefólios contêm a maior percentagem de ETF’s (22%) de todos os grupos etários na plataforma da Revolut. Nos investimentos recorrentes, os jovens entre os 18 e os 34 anos depositam maior confiança nos Estados Unidos, sendo os ETF’s que seguem o S&P 500 [índice bolsista norte-americano] o plano de investimento mais popular entre as gerações mais novas”, detalhou a Revolut.

“Há uma mudança clara na forma como as gerações mais jovens estão a abordar a construção de riqueza. Já não esperam pela compra da primeira casa para começarem a construir o seu futuro financeiro; estão a começar mais cedo, a investir quantias mais pequenas e a utilizar ferramentas que antes estavam reservadas a investidores profissionais. Esta tendência é o resultado direto do aumento da literacia financeira e da acessibilidade das novas plataformas”, afirma Rolandas Juteika, Head of Wealth and Trading (EEA) da Revolut.

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