Empresas investiram 65 milhões em benefícios flexíveis a trabalhadores através da Coverflex

Os benefícios abrangeram mais de 60 mil colaboradores de mais de 3.200 empresas, e envolveram mais de dois milhões de transações com o cartão Coverflex.

Empresas investiram 65 milhões em benefícios flexíveis a trabalhadores através da Coverflex
Coverflex

As empresas investiram 65 milhões de euros em benefícios flexíveis para os seus trabalhadores, em 2022.

“Numa altura em que as empresas repensam e desenham a evolução das suas políticas de gestão de pessoas, a solução da Coverflex é uma forma de aproveitar os benefícios fiscais, blindando os bolsos dos colaboradores com mais rendimento líquido, tão importante neste período de alta inflação””, diz o CEO da Coverflex, Miguel Santos Amaro.

Os benefícios abrangeram mais de 60 mil colaboradores de mais de 3.200 empresas, e envolveram mais de dois milhões de transações com o cartão Coverflex.

A Coverflex disponibiliza benefícios como: Produtos de Poupança e Reforma, Vales Infância e despesas com Educação. “De acordo com dados recolhidos pela Coverflex, os produtos de Poupança e Reforma foram aqueles que mais investimento retiveram com benefícios flexíveis (37%), liderando a lista de gastos realizados pelos utilizadores da plataforma entre janeiro e dezembro de 2022. Em média, cada Coverflexer que escolheu aplicar os seus benefícios em produtos de poupança e reforma investiu 2.702 euros no período mencionado”, diz a empresa.

“Entre os benefícios flexíveis mais usados pelos portugueses estão ainda o vale Coverflex Infância (19%) e a Formação Profissional (11%)”, acrescenta a empresa.

Um estudo da Coverflex refere que em Portugal, cinco em cada 10 pessoas têm benefícios flexíveis. “Em comparação com o período homólogo, continua a haver desconhecimento sobre o que são benefícios flexíveis por parte de mais de 17% dos inquiridos. Entre os trabalhadores que mais têm acesso a benefícios flexíveis estão os das indústrias de IT/Desenvolvimento de software (67%), Consultoria e gestão (65%) e Serviços financeiros (60%)”, sublinha a empresa.

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