E-Lar recupera do apagão. Programa com mais de 6 mil candidaturas

Site do programa E-Lar já se encontra operacional, depois de ter estado inacessível durante o primeiro dia.

E-Lar recupera do apagão. Programa com mais de 6 mil candidaturas
bico fogão

Após um arranque difícil, com o site indisponível, o programa para a troca de eletrodomésticos (fogões e esquentadores), o E-Lar, já se encontra operacional e contava, esta manhã, com 6133 candidaturas submetidas e outras 2.273 em preenchimento, segundo dados do Ministério do Ambiente e Energia enviados ao Jornal Económico na manhã desta quarta-feira.

O E-Lar é um programa que visa a substituição de eletrodomésticos a gás por equipamentos mais eficientes. O apoio máximo varia entre os 1.100 e os 1.683 euros (consoante o grupo) e está aberto aos beneficiários do Programa Bairros + Sustentáveis (Grupo I), aos beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica (Grupo II), e a todos os que tenham um contrato de fornecimento de eletricidade (Grupo III).

O programa permite a substituição de fogões, fornos e esquentadores a gás por equipamentos equivalentes elétricos de classe energética A ou superior.

Os apoios são atribuídos através de vouchers digitais, que podem ser usados numa rede de fornecedores credenciados, cobrindo parte significativa dos custos com os novos equipamentos.

Os valores máximos de apoio por tipologia de equipamento são os seguintes:

– Placa elétrica de indução – valor máximo apoiado de 369€ para os grupos um e dois e de 300€ para o grupo três.

– Placa elétrica convencional – valor máximo apoiado de 179,60€ para os grupos um e dois e de 146€ para o grupo três.

– Conjunto de placa e forno – valor máximo apoiado de 738€ para os grupos um e dois e de 600€ para o grupo três.

– Forno elétrico – valor máximo apoiado de 369€ para os grupos um e dois e de 300€ para o grupo três.

– Termoacumulador elétrico – valor máximo apoiado de 615€ para os grupos um e dois e de 500€ para o grupo três.

Contudo o E-Lar já foi criticado por várias entidades, como a Deco, a GEOTA, e a ANAREC, por motivos como o alcance do programa e um possível aumento de custos devido à troca de equipamentos.

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