Miguel Maya, CEO do BCP | A-
Perante um lucro histórico em 2025 (1.018 milhões), em equipa que ganha não se mexe. Tanto o CEO como o chairman, Nuno Amado, vão ser reconduzidos na liderança daquele que é considerado o maior banco privado do país. Ainda assim, esperam-se duas mudanças na comissão executiva e mais cinco no conselho de administração.
Mário Mourão, secretário-geral da UGT | B-
Emparedou-se entre a ministra do Trabalho (que deixou o aviso de que quer fechar o novo pacote laboral em breve, com ou sem acordo) e as confederações patronais, que questionaram a integridade da UGT. Mário Mourão saiu “vivo” da reunião de concertação social a declarar disponibilidade para dialogar, mas amassado por todas as peripécias da negociação. Que não terminou.
Rui Costa, presidente do Benfica | C-
O líder máximo das “águias” (e figura incontestável na história do clube) pediu emprestado cinco milhões a um antigo vice-presidente para um negócio privado. Misturar a vida do clube com a sua vida privada empresarial é um erro gravíssimo, além de que revela uma eventual fragilidade financeira que o expõe (talvez demais) para um clube com esta dimensão.
Donald Trump, presidente dos EUA | D
D de desvario. A nota mínima do rating assenta que nem uma luva a uma semana absolutamente frenética de Trump: imagens de IA em que surge como Jesus Cristo, as incessantes ameaças ao Irão e ao presidente da Fed (apesar de estar de saída) e, no meio da voragem, nem o Papa Leão XIV escapou à ira do titular da Casa Branca. O ano de 2028 parece demasiado longe.