Custos laborais cresceram 4,5% na Zona Euro no segundo trimestre

Os dois principais componentes dos custos do trabalho são os salários e vencimentos e os custos não salariais. Na área euro, os vencimentos e os salários por hora trabalhada aumentaram 4,6%, enquanto que a componente não salarial subiram 4%, face ao segundo trimestre de 2022.

Custos laborais cresceram 4,5% na Zona Euro no segundo trimestre
Custos laborais cresceram 4,5% na Zona Euro no segundo trimestre

Os custos com o trabalho aumentaram 4,5% na Zona Euro e 5% na União Europeia (UE), durante o segundo trimestre de 2023, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo os dados da Eurostat.

Os dois principais componentes dos custos do trabalho são os salários e vencimentos e os custos não salariais. Na área euro, os vencimentos e os salários por hora trabalhada aumentaram 4,6%, enquanto que a componente não salarial subiu 4% face ao segundo trimestre de 2022.

Já na UE, os vencimentos e os salários por hora aumentaram 5,1% e a componente não salarial cresceu 4,4%, no segundo trimestre do ano.

No segundo trimestre do ano, em comparação com o período homólogo, os custos por hora trabalhada na área euro cresceu 4,4%, principalmente na economia não empresarial e 4,5% na economia empresarial. Na indústria, o custo aumentou 3,9%, na construção subiu 4,2% e nos serviços avançou 4,8%.

Na UE, o custo por hora trabalhada subiu 4,7% nos sectores económicos não empresariais e 5% na economia empresarial, tendo crescido 4,7% na indústria, 4,8% na construção e 5,2% nos serviços.

Durante este período, os maiores aumentos nos custos por hora trabalhada foram registados na Hungria, que viu os seus custos a subir 17,3%, seguida da Croácia e Eslovénia, ambos com 14,5%, Roménia com 14,4% e a Bulgária com 14,2%.

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