Concerto de Kanye West pode gerar impacto económico de 75 milhões de euros

Um relatório revela que este concerto vai ter uma receita direta para as empresas portuguesas de 44 milhões de euros, e estima que o encaixe fiscal para o Estado seja de seis milhões de euros.

Concerto de Kanye West pode gerar impacto económico de 75 milhões de euros
Kanye West

A 7 de agosto o estádio do Algarve vai receber o concerto de Kanye West, que pode gerar entre 65 e 75 milhões de euros de impacto total para Portugal, de acordo com o estudo Guest Stage.

O relatório revela que este concerto vai ter uma receita direta para as empresas portuguesas de 44 milhões de euros, e estima que o encaixe fiscal para o Estado seja de seis milhões de euros.

As previsões apontam para que o concerto conte com mais de 52 mil espectadores, sendo que 60% destes devem ser internacionais. As perspetivas são que a zona do Algarve tenha 94 mil dormidas adicionais com o concerto, sendo estimado que a estádia média seja de três noites.

Estima-se ainda que o concerto gere mais de 2.300 postos de trabalho associados ao evento.

Este é dos poucos concertos do rapper norte-americano na Europa, depois de várias cidades europeias, como Reino Unido, Suíça, França e Polónia, terem cancelado os seus concertos após o rapper ter apresentado posições antissemitas e pró-nazis. Contudo, Kanye já veio pedir desculpas a público pelas suas posições.

Portugal, Turquia, Itália, Países Baixos e Espanha são os únicos países europeus onde o rapper tem concerto marcado.

Relacionado

“Não nos deslumbramos com os números. Este é um ano desafiante”, diz presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo

“Não nos deslumbramos com os números. Este é um ano desafiante”, diz presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo

Região observou o maior aumento dos proveitos totais (19,8%) e de aposentos (19,7%) em julho em Portugal Continental e regiões autónomas, mas com uma quebra de turistas norte-americanos que começou no ano passado e que José Santos alerta que está consolidar-se de forma negativa em 2026. "Estamos a procurar identificar e perceber essas causas", refere.