Entre o dano nulo e o favorecimento dos extremos do espectro partidário são os efeitos que as declarações de Sérgio Marques e os casos que envolveram o secretário de Estado das Comunidades e antigo líder do PS Madeira, Paulo Cafôfo, podem ter no PSD e no PS por altura das eleições regionais que estão previstas realizarem-se em 2023, defendem especialistas ouvidos pelo Jornal Económico.
O social democrata Sérgio Marques denunciou obras inventadas, favorecimento a grupos económicos, e influência de empresários no afastamento de secretários regionais do Governo Regional da Madeira, enquanto Cafôfo foi dado como suspeito num caso de corrupção e ter-se-á esquecido de declarar a venda de uma casa de 250 mil euros ao Tribunal Constitucional, de acordo com o “Correio da Manhã”.
No caso do PSD, o ex-professor da Universidade da Madeira (UMa) Nélson Veríssimo considera que as denúncias feitas por Sérgio Marques “não vão ter nenhum efeito eleitoral” nos sociais democratas.
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