Carteiros dos CTT vão sinalizar situações de risco e vulnerabilidade em Lisboa

Os carteiros dos CTT vão passar a reforçar a rede do Projeto RADAR, gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), ajudando a identificar de forma confidencial pessoas em situação de isolamento ou vulnerabilidade social.

Carteiros dos CTT vão sinalizar situações de risco e vulnerabilidade em Lisboa
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Os carteiros dos CTT vão passar a reforçar a rede do Projeto RADAR, gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), ajudando a identificar de forma confidencial pessoas em situação de isolamento ou vulnerabilidade social.

Segundo um comunicado divulgado pela empresa, os trabalhadores postais que adiram voluntariamente à iniciativa vão receber formação especializada para reconhecer sinais de fragilidade, como dificuldades económicas ou limitações físicas, durante as suas rondas diárias.

“Esta parceria valoriza a proximidade genuína dos carteiros às pessoas, uma característica central da sua missão”, destaca a diretora de Sustentabilidade dos CTT, Maria Rebelo, citada na nota, sublinhando que o objetivo é transformar a presença diária dos profissionais “numa força ativa de apoio social”.

Sempre que um carteiro detetar uma situação de risco, fará a sinalização confidencial através dos canais do projeto. Posteriormente, as equipas da SCML avaliam o caso para garantir respostas adequadas, que podem incluir visitas domiciliárias ou a integração em atividades comunitárias.

O Projeto RADAR conta com uma rede de parceiros institucionais e comunitários e acompanha atualmente mais de 37 mil pessoas.

Os CTT empregam 14.048 pessoas e registaram, em 2025, rendimentos operacionais de 1.288,1 milhões de euros, sendo as Soluções de comércio eletrónico responsáveis por 49% desse valor. No âmbito do seu compromisso com a sustentabilidade, a empresa prevê eletrificar a totalidade da sua frota de última milha até 2030.

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