A Caixa Geral de Depósitos (CGD) chegou a acordo com o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do grupo CGD (STEC) relativamente à revisão a tabela salarial, avançando com um aumento de 76 euros para todos os níveis, mas também das cláusulas de expressão pecuniária referentes a 2023.
No que diz respeito às cláusulas de expressão pecuniária, “a generalidade das rubricas tem um aumento de 5%”, incluindo diuturnidades, subsídio infantil e subsídio de estudo, adianta um comunicado interno da CGD a que o Jornal Económico teve acesso.
Por outro lado, é aplicado um “aumento significativamente superior” no caso do subsídio de refeição (9,36%), do subsídio de apoio ao nascimento (12,5%), do subsídio de trabalhador estudante (7,58%).
A Caixa afirma ainda no mesmo comunicado que o acordo também prevê um aumento de 8,7% no valor máximo do crédito à habitação. Subidas que representam o “reforço do compromisso da CGD para com a natalidade, a qualificação dos seus colaboradores e o acesso à habitação nas melhores condições, bem como um apoio aos colaboradores na atual conjuntura”.
“O processamento será efetuado juntamente com o salário do mês de março”, adianta ainda a instituição financeira, frisando que “é o sexto ano consecutivo que a Caixa chega a acordo com os sindicatos”.
Já o sindicato afirma, num comunicado divulgado esta terça-feira, que, “atendendo a todas as condicionantes e limitações inerentes a este processo negocial extremamente complexo e exigente, a Direção do STEC considera que se alcançou um acordo globalmente favorável para trabalhadores, pré-reformados e reformados”.