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Comprador da TAP escolhido em setembro pode assumir cogestão em 2026 mas capital só entra em 2027, diz Pinto Luz

No dossier da privatização da TAP, Miguel Pinto Luz adiantou que o investidor escolhido em setembro deste ano poderá assumir a cogestão da companhia aérea já em 2026, em articulação com a atual administração. Contudo, a entrada efetiva de capital na empresa só deverá ocorrer no Verão de 2027, devido aos prazos de pronúncia das instituições de uma Europa que classificou como "demasiado burocrática e penalizadora dos tempos de decisão".
Revista de Imprensa16 Jun
Comprador da TAP escolhido em setembro pode assumir cogestão em 2026 mas capital só entra em 2027, diz Pinto Luz

Francisco Calheiros defende que a privatização da TAP deveria ter sido total e lamenta exclusão da SATA do pacote

Na opinião de Francisco Calheiro ainda não é pelo preço que Portugal deixa de ser competitivo, mas admite aumentos de cerca de cinco a sete por cento no preço final ao consumidor por via do aumento da inflação. Diz mesmo que os números contrariam "aquele mito de que Portugal, e em particular o Algarve, não são para os portugueses. É realmente um mito". Até porque "quem salvou o ano foram os portugueses"
Revista de Imprensa15 Jun
Francisco Calheiros defende que a privatização da TAP deveria ter sido total e lamenta exclusão da SATA do pacote

CGD perdeu 500 milhões com projeto espanhol em Sines

Passados quase 20 anos, o caso da Artlant PTA continua a ter impacto nas contas da Caixa Geral de Depósitos (CGD). O banco financiou a construção da fábrica de Sines entre 2007 e 2016, concedendo cerca de 529 milhões de euros, mas o projeto, apoiado pelo Governo de José Sócrates, enfrentou vários problemas financeiros e acabou por entrar em insolvência em 2017.
Revista de Imprensa12 Jun
CGD perdeu 500 milhões com projeto espanhol em Sines

CEO do BCP concorda com redução da taxa de esforço mínima para se ter acesso ao crédito hipotecário

Miguel Maya, uma apologista da garantia pública do crédito à habitação, diz que esta alteração específica é bem-vinda. "Olhando só para diminuir a taxa de esforço, acho muito bem", diz o CEO do BCP na entrevista ao Programa Conversa Capital. "Como gestor, a minha preocupação é assegurar, por um lado, que tenho estabilidade acionista, e essa estabilidade pode ser conseguida com acionistas com 20% ou com 10% ou com o maior acionista com 4%", disse ainda.
Revista de Imprensa17 Mai
CEO do BCP concorda com redução da taxa de esforço mínima para se ter acesso ao crédito hipotecário