Autor: Pedro Ortelá, vice-presidente da JSD Madeira

Um voto contra a esquerda e o bloco central

O PSD enquanto partido reformista deve partir para as próximas eleições legislativas vincando aquilo que difere o PSD dos restantes, deixar um pouco de lado as citações de Sá Carneiro que decerto não concordaria em nada com aquilo que hoje está a acontecer e passar a mensagem de como vamos fazer, enquanto governo, com que o pão que é colocado à mesa seja mais barato sem comprometer as finanças públicas.
Um voto contra a esquerda e o bloco central

Complexos de inferioridade

Hoje exige-se uma mensagem curta, directa e pertinente. Gostava muito de ver complexos de inferioridade ultrapassados a quem tenta aproximar, que procura a diplomacia e que faz-se ouvir pela clareza de ideias em vez do tom de voz. Banalizou-se o confronto e isso tem de mudar. Ou isso, ou as pessoas mudam por si.
Complexos de inferioridade

A libertação de Barrabás dos tempos modernos

Hoje a política está quase ao nível do episódio da libertação de Barrabás. Temos assistido um pouco por todo o país (e também na Madeira) alguns cidadãos, plenos dos seus direitos, a vestirem a capa de líderes da vontade do povo e donos da verdade absoluta, atacando ferozmente as bases da nossa sociedade, denegrindo a imagem das instituições públicas e colocando em causa a honra dos homens e mulheres que governam. Estas pessoas, vulgo candidatos, têm as questões certas para quase tudo, mas não têm respostas para quase nada.
A libertação de Barrabás dos tempos modernos

O desconfinamento económico e o controlo epidémico

Ser oposição é tão ou mais importante do que ser poder em muitas situações. Uma oposição fraca faz um poder mais fraco e a oposição na Madeira tem deixado muito a desejar. O negativismo e falta de propostas alternativas faz-me antecipar o que que muitas vezes acontece quando existe muito ruído na ausência de ideias. Que o tempo prove que estou errado e que o nível do debate das ideias seja saudável.
O desconfinamento económico e o controlo epidémico

Um projecto e uma equipa com vontade de trabalhar

É preciso assumir que na política madeirense existe uma necessidade de renovação de caras, de sangue novo e vontade redobrada na defesa das suas convicções. Isto passa por todos os quadrantes políticos. Deve haver uma aposta no mérito ao escolher e promover os melhores para estarem na linha da frente na defesa e construção de um futuro que nunca acaba, pois existe sempre algo mais a fazer, a idealizar e concretizar.
Um projecto e uma equipa com vontade de trabalhar

Quão longe estamos dispostos a ir?

A Madeira vai sofrendo por ter no turismo o seu principal motor económico. Os principais empregadores começam a analisar o que foi 2020 e projetam o que poderá ser o próximo ano. Chegamos a um ponto onde o impacto financeiro foi tão forte que admitiu-se ser mais barato, após análise, demitir funcionários em vez de recorrer a apoios para fazer face a esta crise pandémica. Isto diz muito sobre os apoios concedidos às empresas que foram e são manifestamente insuficientes.
Quão longe estamos dispostos a ir?

A economia da droga

Não precisamos quantificar para saber que as apreensões relacionadas com a droga tem vindo a subir gradualmente, mas também questiono sempre a insistência em entrar na nossa Região. Isso acontece porque é possível e sabemos que está na rua. Eu ia abordar as autárquicas, mas pensem primeiro nas drogas antes que seja tarde.
A economia da droga

Sangue novo para fazer acontecer

O diferencial fiscal da costa norte da Madeira e Porto Santo, recentemente chumbado em sede de Orçamento de Estado pelo Partido Socialista, seria sem dúvida um incentivo enorme para a fixação das populações em zonas onde o despovoamento começa a ganhar contornos preocupantes. Este incentivo directo às empresas fomentaria a criação de emprego e poderia absorver muita população activa que não vê alternativa ou futuro na Região. A atribuição das ferramentas necessárias para o desenvolvimento do tecido empresarial é a chave para o progresso local que alguns teimam em não aceitar.
Sangue novo para fazer acontecer

Porto Santo 2030

Debater o futuro da ilha sem sair do tema turismo é um erro que sistematicamente é repetido nos manifestos de campanha. É fundamental, até por uma questão de estabilidade económica anual e não apenas semestral, uma economia que dependa menos das prestações de serviço. Existe todo um potencial de atractividade fiscal ainda por explorar. As questões relacionadas com as acessibilidades podem, gradualmente, ser atenuadas por imposição do desenvolvimento local.
Porto Santo 2030