Autor: Luís Marques, Country Tax Leader EY

Orçamento do Estado para 2022: uma reflexão

Agora que a Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2022 estará em vias de ser aprovada na especialidade no final do mês de maio de 2022, não se vislumbrando alterações relevantes, em matérias de natureza fiscal, face ao conteúdo da versão que foi entregue no Parlamento em meados do passado mês de abril, importará refletir um pouco sobre o que poderia ter sido feito em adição ao proposto pelo Executivo neste domínio.
Orçamento do Estado para 2022: uma reflexão

Orçamento do Estado para 2022 – Take 2 – O que se pode esperar?

Foi com alguma surpresa (ou talvez não) que a proposta de Lei do Orçamento do Estado (“OE”) para 2022 veio a ser chumbada na Assembleia da República no passado mês de outubro de 2021, atirando com isso o País para uma crise política de contornos únicos, levando a que já perto do final do ano passado, o Presidente da República (PR) tenha dissolvido o Parlamento e, consequentemente, convocado eleições legislativas antecipadas, as quais se realizaram no passado 30 de janeiro de 2022.
Orçamento do Estado para 2022 – Take 2 –  O que se pode esperar?

O IRC e a competitividade fiscal em Portugal

A competitividade fiscal em Portugal é, sem dúvida, um tema crítico. Neste contexto, o IRC é um dos tributos mais importantes neste âmbito. Desde 1989, data em que entrou em vigor, o IRC tem vindo a ser alvo de múltiplas e sucessivas alterações, sendo que as últimas grandes modificações ocorreram no âmbito do processo de Reforma Tributária de 2014.
O IRC e a competitividade fiscal em Portugal

O IRC e a competitividade fiscal em Portugal

O tema da competitividade fiscal em Portugal tem vindo ciclicamente a ser colocado na agenda política, muitas vezes ao “sabor do vento” que impele os decisores políticos em cada momento. Neste contexto, o Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) é um dos tributos que se avalia sempre quando se inicia uma discussão sobre […]
O IRC e a competitividade fiscal em Portugal

Englobamento de rendimentos de capitais e prediais – Equidade fiscal vs. Incentivo ao investimento

De entre as medidas fiscais inscritas no programa do Governo que poderão vir a ser contempladas no próximo Orçamento do Estado para 2020, aquela que mais mediatização tem vindo a ter é a que respeita à obrigatoriedade do englobamento dos rendimentos de capitais e prediais para efeitos de determinação do rendimento coletável em sede do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares
Englobamento de rendimentos de capitais e prediais – Equidade fiscal vs. Incentivo ao investimento

DAC 6 – Transparência excessiva ou delação premiada?

Foi apresentado recentemente (i.e. no final do passado mês de maio) o anteprojeto de Lei referente à transposição para a lei portuguesa da Diretiva (UE) 2018/822 do Conselho de 25 de maio (”Diretiva”), a qual contempla o regime de comunicação de determinados mecanismos transfronteiriços por parte de intermediários (i.e. entidades que concebam, comercializem, organizem ou disponibilizem para aplicação ou administrem a aplicação de um mecanismo suscetível de comunicação) e contribuintes que incorporem determinadas características que possam ser suscetíveis de existirem práticas abusivas de planeamento fiscal.
DAC 6 – Transparência excessiva ou delação premiada?

Aumento de capital por conversão de créditos adquiridos abaixo do par – Facto tributário ou não?

Não se tratando de uma matéria nova no mundo empresarial, este tema tem suscitado ao longo dos anos muitas dúvidas ao nível do respetivo tratamento fiscal, dada a ausência de uma norma específica que trate este tipo de operações na legislação fiscal presentemente em vigor. Estamos perante uma ficha doutrinária com um alcance relevante para o tecido empresarial.
Aumento de capital por conversão de créditos adquiridos abaixo do par – Facto tributário ou não?