Inês Amado

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Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

"Grande desapontamento" e "oportunidade perdida para o país". Foram estas reações das confederações patronais ao chumbo no Parlamento do pacote laboral. A CIP promete voltar a insistir em mudanças na lei ainda antes do verão, na próxima reunião da Concertação Social. UGT já rejeitou a ideia.
Patrões não desistem da reforma laboral. CIP vai propor novo calendário de negociações

UGT saúda rejeição de reforma laboral que “fragiliza trabalhadores, famílias e sindicatos”

De acordo com a central sindical, as alterações visavam "reforçar o poder e a discricionariedade dos empregadores, cortando direitos, fragilizando trabalhadores, famílias e sindicatos", ao mesmo tempo que "desregulava horários, fomentava a precariedade, atacava a negociação coletiva e o direito à greve, atentando contra a dignidade do trabalho e contra a Constituição".
Inês Amado19 Jun
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