Autor: Élvio Sousa, Deputado JPP

Manter os olhos bem abertos

O acesso à informação livre é um direito consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos (artigo 19) e é uma ferramenta fundamental para a prevenção da corrupção, de acordo com a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção.
Manter os olhos bem abertos

JPP: um ponto de vista de hoje

O JPP não tem dificuldade em crescer. Suponho que muitos dos nossos simpatizantes desejem que o JPP cresça exponencialmente. É uma leitura honesta e um desejo de aspiração natural, é certo. Mas, reza o empirismo, que o crescimento seja sustentado e progressivo. Nada de pressas.
JPP: um ponto de vista de hoje

Os bloqueios ao acesso à documentação (Parte I)

Apresento, já, uma conclusão. À beira de quatro anos de experiência parlamentar, estou cada vez mais convicto que, enquanto cidadão, terei maior direito e celeridade no acesso aos documentos administrativos, do que invocando a figura do “estatuto de eleito”, inclusive a de deputado.
Os bloqueios ao acesso à documentação (Parte I)

O interesse da Região versus interesse partidário

No âmbito de um setor vital para a economia regional, persiste o “interesse partidário” acima dos interesses da Região e dos seus cidadãos. A promessa de “diminuir os custos dos portos e do transporte marítimo” tal como esteve escrito no manifesto da “renovação” não passou de uma promessa vã, que persiste há décadas, e que teima em não ser cumprida.
O interesse da Região versus interesse partidário

As jogadas, as coligações e as máscaras

Constato que existe um “nervosismo miudinho”, que tomou conta sobretudo dos “teóricos” e daqueles que esperavam que fizéssemos parte da tripulação de uma nau até ao cabo das tormentas. É melhor, estimados dirigentes e colegas da politiqueira tradicional ou da mais ou menos partidarite neomoderna, mostrarem mais trabalho no terreno e menos texto de têmpera fantasiosa.
As jogadas, as coligações e as máscaras

A promessa não cumprida da ligação anual ferry

Com a entrada em campo do vice-presidente Pedro Calado, rapidamente uma operação anual prometida, passou a sazonal. Passados 4 meses, e acabado de chegar ao Governo, Pedro Calado contradiz e “cala” claramente Miguel Albuquerque, afirmando que não se justifica ter um ferry a operar durante todo o ano
A promessa não cumprida da ligação anual ferry

Onde é gasto o nosso dinheiro?

O orçamento da Região Autónoma da Madeira padece de 607 milhões para o serviço da dívida (406 milhões de amortização e 201 milhões de juros) e de 132,8 milhões para as parcerias público-privadas (PPP’s). Os cidadãos estão a pagar aproximadamente 363,835 euros ao dia para fazer face às PPP’s, que no total custarão mais de 2,5 mil milhões de euros.
Onde é gasto o nosso dinheiro?

Preço da eletricidade mais baixo

Tabelar a eletricidade com uma taxa normal de IVA foi uma atitude de total insensibilidade social, num período de elevadas dificuldades, tendo presente também que essa alteração fiscal afetou, também, o tecido empresarial, com o aumento dos custos de contexto e o preço de elevado número de bens.
Preço da eletricidade mais baixo

Afinal quanto gastou o governo com o novo hospital?

Em matéria de números, existem histórias mal contadas, por exemplo em relação ao processo do Novo Hospital, e que é do domínio do conhecimento dos governantes e de alguns jornalistas, que se silenciam… Vejamos. O JPP requereu ao Governo um conjunto de comprovativos de pagamento sobre o processo do Novo Hospital e os números não batem certo. O vice-presidente do Governo Regional revelou, em sede de Assembleia Legislativa da RAM, em novembro de 2017, que o Governo já investiu 8,2 milhões no projeto do Novo Hospital. Recibos somados mostram, todavia, que o Governo executou, entre 2007 e 2017, apenas 4,9 milhões, ficando a faltar 3,3 milhões, não executados.
Afinal quanto gastou o governo com o novo hospital?

Portos, economia e privilégios

A existência de uma operação de carga e descarga de mercadorias a uma única empresa, sem arrecadação de mais-valias para a Região Autónoma da Madeira, e consequente aumento do custo das importações, constituí uma ação que lesa a economia de uma região ultraperiférica, a braços com as consequências sociais e económicas do custo de vida por via do PAEF.
Portos, economia e privilégios