Autor: António Rodrigues, Advogado

Imposto mínimo garantido

A redistribuição de rendimentos é uma discussão tão eterna quanto necessária. Não diabolizamos as empresas pois a sua ação é fundamental, mas releva aqui também a transparência dos sistemas.
Imposto mínimo garantido

A ‘app’ das oportunidades

A iniciativa da embaixada de Portugal no Senegal não só aprofunda a presença portuguesa em África, como pode servir de exemplo para outros agentes promoverem iniciativas semelhantes de aproximação de comunidades.
A ‘app’ das oportunidades

O regresso

Nas últimas semanas o país tem ensaiado com sucesso, num misto de estranheza e ansiedade, o regresso a uma nova normalidade, depois de momentos de preocupação extrema e de termos tocado na posição mais grave do mundo e, em dois meses, com decisões duras, firmes e difíceis, e de enorme esforço coletivo e já cansados, conseguimos retomar a rota da confiança.
O regresso

Julgamentos precipitados

O acrobático julgamento dito instrutório, no qual a ação do Ministério Público foi chacinada pela decisão de um juiz, consegue a proeza notável de destruir a oportunidade de deixar a justiça funcionar. Por agora.
Julgamentos precipitados

O desassossego europeu

Não é compreensível que as instituições europeias, convictas da sua razão, não tenham mantido uma posição firme e irredutível, impedindo a saída do espaço europeu das vacinas produzidas no continente.
O desassossego europeu

A lição militar

Quando a estrutura da Saúde se afastou do centro do combate à pandemia, este passou a mostrar-se mais eficaz. Deixámos de ter apenas discurso e passámos a ter ação. Uma ação percetível, equacionada e inclusiva.
A lição militar

A telemudança

Apesar de a lei admitir o teletrabalho, a sua dimensão nunca foi ponderada no modelo férreo em que se desenvolveu nestes meses. O Governo tem a obrigação de refletir e de apresentar uma solução para este desafio.
A telemudança

A procissão autárquica

A seis meses das eleições, a escolha dos candidatos deverá contar com a vontade das gentes locais, o conhecimento do terreno e a vontade de realizar. As próximas eleições não são um desfile de vaidades.
A procissão autárquica

Atentem às moratórias

Uma chamada de atenção aos ministros da Economia e das Finanças. Os mais frágeis, as famílias e muitas PME carecem de uma intervenção segura, dirigida, e de um olhar muito atento ao que vem a seguir.
Atentem às moratórias

A liberdade demolidora

As diferentes abordagens à liberdade de expressão mostram que não há direitos absolutos e se as opiniões são legítimas, as contrárias merecem a mesma distinção. Este direito não pode ser confundível com libertinagem.
A liberdade demolidora

Afinar o próximo futuro

A pandemia, ao condicionar projetos, investimentos e ações, pode desencadear uma intervenção de quem que não quer ficar à espera dos resultados de intervenções públicas, burocráticas e demoradas.
Afinar o próximo futuro

Construir alternativa

A oposição tem aqui a prova de fogo para impor uma alternativa global apelativa e mobilizadora. Construída a partir do centro para a direita, não assente em declarações bombásticas mas sim em propostas com nexo.
Construir alternativa

Estranhamente

Há políticos que devem ser vacinados pela função que desempenham. Mas, mais uma vez, a demagogia parece galgar terreno e a falta de decisão inicial atropela agora uma decisão de Estado, porque é disso que se trata.
Estranhamente

O que se segue

As eleições autárquicas não devem ser desvalorizadas, daí podendo resultar a consolidação de uns e a perda de influência de outros. A capacidade política de liderança e vontade de alcançar o poder instalado serão cruciais.
O que se segue