Bava afirma não ter “segurança jurídica” para devolver 6,7 milhões do “saco azul” do GES
Resposta de Zeinal Bava às acusações mantém-se: o empresário afirma que as transferências eram uma alocação fiduciária e, portanto, o dinheiro não lhe pertencia, estando em seu poder apenas numa perspectiva de investimento e que ainda não foi devolvido por "falta de segurança jurídica'.