Autárquicas: Presidente reeleito na Guarda diz que foi a “vitória da verdade e do trabalho”

“Que grande vitória foi esta da Guarda. Agradeço a todos os que deram a cara para que pudéssemos ter esta retumbante vitória na Guarda”, afirmou o cabeça de lista da coligação Pela Guarda – Nós, Cidadãos!/PPM, que tinha sido eleito há quatro anos por um movimento independente.

Autárquicas: Presidente reeleito na Guarda diz que foi a “vitória da verdade e do trabalho”
Guarda

Sérgio Costa, reeleito presidente da Câmara Municipal da Guarda, disse que a vitória de domingo foi “a vitória da verdade, do trabalho, da vontade dos guardenses para que se pudesse conseguir esta grande maioria absoluta para os próximos quatro anos”.

“Que grande vitória foi esta da Guarda. Agradeço a todos os que deram a cara para que pudéssemos ter esta retumbante vitória na Guarda”, afirmou o cabeça de lista da coligação Pela Guarda – Nós, Cidadãos!/PPM, que tinha sido eleito há quatro anos por um movimento independente.

Sérgio Costa garantiu que, a partir de agora, “a Guarda é só uma”, e apelou à união de todos pelo “trabalho e o desenvolvimento”.

O autarca reeleito reiterou que a primeira medida que vai tomar, depois de empossado, é adjudicar a Variante da Ti’Jaquina, que a oposição PSD e PS inviabilizou no mandato que está a terminar.

“Nós provámos que é nas urnas que se ganham as eleições e não na secretaria, como alguns queriam fazer. Continua a ser, na Guarda, o povo quem mais ordena”, disse.

Com esta vitória autárquica, Sérgio Costa considerou que “a Guarda deu uma grande lição ao concelho, à região e ao país”, constatando que a coligação venceu em 33 das 43 freguesias do concelho.

“Nos últimos quatro anos, muitas vezes, não nos deixaram trabalhar, mas, a partir de agora, vamos continuar a fazer exatamente da mesma forma com esta força redobrada, com esta maioria absoluta, para que a Guarda, de uma vez por todas, possa despoletar para o desenvolvimento, porque foi isso que a Guarda decidiu hoje [domingo]”, concluiu.

Esta candidatura conseguiu quatro mandatos, contra os dois da coligação liderada pelo PSD e um do PS.

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