Apagão: Serviço do Metro de Lisboa retomado na totalidade

De acordo com fonte do Metro de Lisboa, a circulação foi retomada nas Linhas Azul e Vermelha às 08h00, na Amarela às 08h15 e na Verde às 08h38.

Apagão: Serviço do Metro de Lisboa retomado na totalidade
Metro de Lisboa

A circulação no Metropolitano de Lisboa (ML) foi retomada na totalidade às 08h38, depois de ter estado suspensa devido ao apagão no abastecimento elétrico na segunda-feira, disse à agência Lusa fonte da empresa.

De acordo com a mesma fonte, a circulação foi retomada nas Linhas Azul e Vermelha às 08h00, na Amarela às 08h15 e na Verde às 08h38.

“O Metropolitano de Lisboa teve uma vasta equipa a trabalhar durante a noite de ontem [segunda-feira] e a madrugada de hoje para assegurar a reposição dos sistemas operacionais afetados pela falha generalizada de energia ontem ocorrida”, informou hoje o ML em comunicado.

O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).

Normalmente, o metro funciona entre as 06h30 e as 01h00.

Um corte generalizado no abastecimento elétrico afetou na segunda-feira, desde as 11h30, Portugal e Espanha, situação que continua sem ter explicação por parte das autoridades.

Aeroportos fechados, congestionamento nos transportes e no trânsito nas grandes cidades foram algumas das consequências do “apagão”.

O restabelecimento de energia aconteceu de forma gradual ao longo do dia, começando pela zona centro do país.

O operador de rede de distribuição de eletricidade E-Redes garantiu hoje que o serviço está totalmente reposto e normalizado.

Relacionado

Escândalo financeiro bilionário da Apex Partners no Brasil atinge Lisboa e compromete expansão europeia

Escândalo financeiro bilionário da Apex Partners no Brasil atinge Lisboa e compromete expansão europeia

Maria Teixeira Alves27 Ago
Primeiro escritório internacional da Apex Partners foi inaugurado na capital portuguesa em julho de 2025. Um ano depois, o grupo enfrenta um rombo de 985,6 milhões de reais (164,5 milhões de euros), fundos com resgates suspensos e bens do fundador bloqueados pela Justiça. Por cá, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários limita-se a dizer que "a CMVM encontra-se vinculada por deveres legais de sigilo profissional que a impedem de se pronunciar sobre a sua atuação em casos concreto”.