Alantra, Uría e VdA assessoram venda dos donos da AudiçãoActiva

Em causa está um negócio com o fundo ibérico de ‘private equity’ MCH, que passa a deter a Belaudição.

Alantra, Uría e VdA assessoram venda dos donos da AudiçãoActiva
Rastreio Auditivo Ouvidos

As sociedades de advogados Vieira de Almeida (VdA) e Uría Menéndez-Proença de Carvalho (UMPC) e a consultora financeira Alantra assessoram o negócio que envolveu o grupo dinamarquês GN e o fundo ibérico de private equity MCH: a compra e venda da Belaudição – Unipessoal Lda., proprietária da marca AudiçãoActiva.

A VdA apoiou juridicamente a GN no seu desinvestimento e venda da Belaudição, que tem 50 lojas de soluções de aparelhos auditivos em Portugal e receitas de aproximadamente 35 milhões de euros (2022), através de uma equipa liderada por Sofia Bobone (sócia), Maria Carolina Centeno (associada), José Maria Couceiro da Costa (estagiário), da área de Corporate/M&A.

A transação contou ainda com o trabalho do departamento de Concorrência e União Europeia – através dos advogados Rita Prates (consultora principal), Cláudia Coutinho da Costa (associada coordenadora) e Ricardo Filipe Costa (consultor Principal) e de Fiscal (com o sócio Francisco Cabral Matos) e Serviços Corporativos (com a associada Carolina Tita Maurício).

Já a UMPC esteve ao lado do comprador, a MCH, com um grupo de advogados encabeçado por Antonio Villacampa (sócio de M&A) e Catarina Tavares Loureiro (sócia de M&A), sendo que houve ainda a participação de António Castro e Caldas (sócio de Fiscal), Tânia Faria (consultora de Concorrência), José António Reymão Nogueira (associado principal de Bancário e Financeiro), Josep Moreno (associado sénior de M&A) e Belén García (associada júnior de M&A).

“Esta transação enquadra-se no âmbito do desenvolvimento estratégico da GN, concentrando o seu posicionamento no desenvolvimento, produção e distribuição de aparelhos auditivos e de desinvestimento em participações de retalho. A concretização está sujeita às condições habituais neste tipo de transações e espera-se que possa vir a ocorrer até setembro”, adianta a VdA.

Em comunicado divulgado esta segunda-feira aos meios de comunicação social, a UMPC destacou que o signing desta operação aconteceu no passado dia 28 de junho, “na sequência de um processo de due diligence e de negociações que duraram alguns meses”.

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