A caminho da 11.ª greve geral em 50 anos de democracia

Centrais sindicais estão unidas na contestação ao pacote laboral do Governo e vão para a rua no dia 11 de dezembro. Regresso do banco de horas individual é uma das linhas vermelhas.

A caminho da 11.ª greve geral em 50 anos de democracia
CGTP-IN union secretary-general, Tiago Oilveira, speeches during the demonstration of thousands of workers convened by the General Confederation of Portuguese Workers - National Inter-Union (CGTP-IN) to protest against changes to labor law in Lisbon, Portugal, November 8, 2025. The government's draft proposal for revising labor legislation, which is being debated with social partners, foresees the revision of "more than a hundred" articles of the Labor Code. ANTONIO COTRIM/LUSA

Não deixa de ser um paradoxo. Numa altura em que os níveis de desemprego estão historicamente abaixo dos 6%, o país avança para aquela que será a 11.ª greve geral dos 50 de democracia por causa de um pacote laboral que prevê mais de cem alterações.
A reforma laboral, ainda a ser discutida em concertação social, foi apresentada aos parceiros sociais sob a forma de um anteprojeto em meados de julho. Logo aí as duas centrais sindicais teceram duras crítica às intenções do Governo, considerando o conjunto de propostas um “assalto aos direitos dos trabalhadores” e um “retrocesso”.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia aqui o conteúdo completo. Edição do Jornal Económico de 14 de novembro.

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