A GreenVolt e a Infraventus assinaram na terça-feira uma parceria estratégica para o desenvolvimento de projetos solares fotovoltaicos em Portugal com uma capacidade total de 243 Megawatts. Em comunicado enviado às redações, a empresa liderada por João Manso Neto, a Greenvolt, indica que através desta parceria passa a deter 50% do conjunto de projetos, dos quais “cerca de 160 MegaWatts encontram-se em avançado estado de desenvolvimento”.
A empresa não revelou os valores envolvidos na operação.
Os 243 MegaWatts estão agrupados em 24 clusters de projetos, “possibilitando a geração de energia renovável com um impacto ambiental menor face a outra tipologia de projetos, o que permite a sua conclusão de forma rápida, contribuindo para acelerar o processo de transição energética”, considera a Greenvolt no comunicado.
“Esta parceria com a Infraventus reforça a posição da GreenVolt enquanto player de referência na promoção e desenvolvimento de projetos de energia renovável na Europa e acelera o seu crescimento no mercado português com projetos de pequena dimensão, o que reduz significativamente o seu time to market, possibilitando a curto prazo mais 240 MW de energia produzida através de fonte renovável em Portugal”, considerou João Manso Neto, CEO da GreenVolt.
A Infraventus tem vindo a promover e a desenvolver soluções de produção de energia de base renovável em Portugal desde 2008.
Atualmente, a GreenVolt – Energias Renováveis SA opera em Portugal cinco centrais de produção de energia termoelétrica a partir de biomassa florestal, com cerca de 100 MW de potência instalada. No Reino Unido opera uma central de produção de energia elétrica através de biomassa residual urbana com cerca de 42 MW.
Além de Portugal e Reino Unido, a Greenvolt está presente em outros sete mercados europeus, nos sectores da energia eólica e solar fotovoltaica: Polónia, Grécia, Itália, França, Espanha, Roménia e Bulgária. Também já tem uma operação neste domínio nos Estados Unidos. Atualmente o “pipeline” de projetos da GreenVolt ascende a 5,6 GW, dos quais cerca de 3,7 GW estão em fase avançada de desenvolvimento.