O líder do PCP, Paulo Raimundo, considerou que abril está vivo e pertence ao povo, em reação aquilo que foram as comemorações do 25 de abril, que decorreram na Assembleia da República.
O dirigente do PCP sublinhou que é em abril, e nos seus valores, que está a resposta para os problemas que a população enfrenta.
Paulo Raimundo salientou a importância de se fazer cumprir o que está inscrito na Constituição nomeadamente o direito à igualdade, o direito ao acesso à habitação, à saúde, à dignidade, e ao aumento do salários.
Sobre o protesto silencioso do Chega, que decorreu durante a sessão de boas-vindas ao presidente do Brasil, Lula da Silva, na Assembleia da República, o líder do PCP disse que não ia fazer comentários e que a atitude do Chega “responsabiliza os próprios”, acrescentando que “é um bocadinho vergonha alheia”.
Durante a intervenção de Lula da Silva os deputados do Chega levantaram cartazes que diziam “chega de corrupção” e “lugar de ladrão é na prisão”.
Esta postura do Chega teve condenação veemente do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, que afirmou “chega de insultos, de degradar as instituições”.