Num mundo marcado pela incerteza, ansiedade coletiva e hiperconectividade digital, uma prática milenar volta a ganhar protagonismo — não nos templos nem nos observatórios, mas nos ecrãs dos smartphones. A astrologia, há muito remetida para a esfera das crenças pessoais, está hoje no centro de uma indústria global em expansão, alimentada por aplicações móveis, inteligência artificial e estratégias de marketing de grandes marcas.