Este domingo irá entrar em vigor a proibição referente à importação de produtos refinados, como o gasóleo, um castigo aplicado por Bruxelas a Moscovo tendo em conta a invasão da Rússia à Ucrânia. Esta proibição vem juntar-se as outras sanções energéticas como é, por exemplo, o veto às compras de carvão e ao crude russo transportado por barcos.
Bruxelas estima que estes três embargos deverão privar o regime de Vladimir Putin de uma receita próxima dos 160 milhões de euros por dia, de acordo com os dados do Centro para a Investigação em Energia e Ar Limpo (CREA, na sigla em inglês) citados pelo “El Economista”.
Estima o mesmo documento que os custos deste novo embargo para a Rússia podem vir a ascender a 260 milhões de euros por dia com o alargamento do embargo a produtos refinados como é o caso do gasóleo.
De acordo com esta entidade, citada pela agência Efe, Moscovo terá faturado 140 mil milhões de euros com a venda de produtos energéticos desde o início da guerra.
De acordo com dados da “Bloomberg”, Moscovo é o maior fornecedor de gasóleo à Europa sendo que os países da Europa ocidental recebem diariamente 600 mil barris deste produto refinado, metade do abastecimento que chega todos os dias ao “Velho Continente”.