Governo avalia prejuízos gerados pelos incêndios

Com o levantamento que está a ser feito pelos Ministérios da Economia e Agricultura, o Executivo pretende garantir uma avaliação rigorosa e rápida dos danos provocados pelos incêndios, permitindo igualmente o avanço rápido para o apoio financeiro.

Governo avalia prejuízos gerados pelos incêndios
TIAGO PETINGA/LUSA

Os Ministérios da Economia e Coesão Territorial e da Agricultura e Mar têm estado a fazer o levantamento dos prejuízos nas regiões afetadas pelos incêndios no centro e norte de Portugal. Esse levantamento visa garantir uma avaliação rigorosa e rápida dos danos sofridos, permitindo o avanço célere para o apoio financeiro necessário.

Desde o primeiro dia, os dois Ministérios têm promovido trabalho de proximidade através das equipas das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro e Norte, dos Serviços Regionais do Ministério da Agricultura e Mar e do ICNF, em articulação com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Assim, serão identificadas as necessidades de reparação das explorações atingidas, a reposição do potencial produtivo, as primeiras habitações afetadas, assim como as indústrias e comércios.

Em comunicado, o Governo garante que “ajudará rapidamente as populações, agricultores, produtores, empresários e aqueles que sofreram perdas e prejuízos, em primeira habitação, culturas, animais e equipamentos agrícolas, industriais e comerciais”.

Paralelamente a este levantamento, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) está a recolher informação sobre as explorações pecuárias afetadas, “de modo a identificar com celeridade as necessidades de alimentação animal e a promover a articulação com os mecanismos de apoio disponíveis”.

Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e Coesão Territorial, afirma que “o Governo tem estado ativamente ao lado das populações afetadas por estes incêndios e a fazer tudo para que os prejuízos sejam apurados com a maior celeridade. Queremos que os apoios cheguem rapidamente às populações atingidas em boa articulação com as autarquias locais”.

“Os agricultores e as comunidades afetadas nunca estarão sozinhos. Desde o primeiro dia, estamos no terreno a avaliar os prejuízos e a garantir apoio concreto, assegurando recursos, proteção para os animais e assistência para que a recuperação seja possível e rápida”, refere o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes.

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