Presidenciais: Portugal precisa de Presidente diferente, estável e confiável, diz Gouveia e Melo

Na apresentação da sua candidatura à Presidência da República, que decorreu na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa, completamente lotada, Gouveia e Melo prometeu respeitar os partidos, “pilares fundamentais da democracia, assim como a separação de poderes”, tendo sempre em mente que o Presidente da República “não governa”.

Presidenciais: Portugal precisa de Presidente diferente, estável e confiável, diz Gouveia e Melo
Lusa

O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo defendeu hoje que o país precisa de um Presidente “diferente, estável e confiável”, “acima de disputas partidárias”, que se faça ouvir “usando da palavra com contenção e propriedade”.

Na apresentação da sua candidatura à Presidência da República, que decorreu na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa, completamente lotada, Gouveia e Melo prometeu respeitar os partidos, “pilares fundamentais da democracia, assim como a separação de poderes”, tendo sempre em mente que o Presidente da República “não governa”.

“Acredito que agora, mais do que nunca, precisamos de um Presidente diferente. Um Presidente capaz de unir, de motivar e dar sentido à esperança, capaz de ser consciência e exemplo, de ajudar a mudar aquilo que há tanto tempo precisa de ser mudado. Um Presidente estável, confiável e atento, acima de disputas partidárias, longe das pressões e fiel ao povo que o elegeu”, considerou.

O antigo Chefe do Estado-Maior da Armada defendeu ainda a ideia de um chefe de Estado “que não seja um mero espetador da vida política, mas que interpele e exija quando necessário, pois representa todo o povo”.

“Que se faça ouvir, usando da palavra com contenção, com substância e com propriedade. Este será, porventura, o seu maior poder”, sublinhou.

Caso os eleitores confiem o seu voto em Gouveia e Melo, o almirante na reserva assegurou que cumprirá “com lealdade as funções que a Constituição” confia ao Chefe de Estado: “defender a independência nacional; garantir o funcionamento das instituições democráticas; ser árbitro e moderador; promover a coesão nacional – que é mais do que território, é pertença, é identidade; e representar Portugal com orgulho e com dignidade”.

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