Madeira gerou défice de 81 milhões de euros em novembro

Em novembro as receitas atingiram os 124 milhões de euros, uma subida de 26,8%, face ao ano anterior e as despesas, em novembro, ficaram em 205,4 milhões de euros, um crescimento de 35,7%, face ao período homólogo.

Madeira gerou défice de 81 milhões de euros em novembro
dinheiro-euros

A Região Autónoma da Madeira apresentou um défice de 81,3 milhões de euros em novembro, de acordo com os dados da Direção Regional do Orçamento e Tesouro. No ano anterior o défice tinha sido de 53,6 milhões de euros.

Em novembro as receitas atingiram os 124 milhões de euros, uma subida de 26,8%, face ao ano anterior. As receitas fiscais ficaram em 94,5 milhões de euros, mais 8,5% face ao período homólogo.

A receita recebida pela Região através de impostos diretos ficou em 24,6 milhões de euros, uma quebra de 4,4%, enquanto que as receitas vindas dos impostos indiretos fixaram-se em 69,8 milhões de euros, um crescimento de 14%, face ao ano anterior.

As despesas, em novembro, ficaram em 205,4 milhões de euros, um crescimento de 35,7%, face ao ano anterior.

As despesas com o pessoal atingiram os 58,3 milhões de euros, um crescimento de 3,3%, as transferências correntes ficaram em 85,6 milhões de euros, uma subida de 72,8%, e os juros e outros encargos representaram uma despesa de 24,3 milhões de euros, uma subida de 73,6%, enquanto que as aquisições de bens e serviços ficaram em 15,4 milhões de euros, mais 23,9% quando comparado com o ano passado.

Relacionado

Nova SBE acolhe 2.050 alunos de mestrado

Nova SBE acolhe 2.050 alunos de mestrado

Almerinda Romeira26 Ago
Candidaturas aumentaram 54%, mas só cerca de 2.050 vão poder fazer o seu mestrado na NOVA SBE em 2026-2027. Maioria (68%) vem de fora, representando 70 nacionalidades. Portugueses são 32% do total. Nova SBE começa esta quarta-feira, 26, a receber os estudantes.
Comércio eletrónico ganha peso no regresso às aulas

Comércio eletrónico ganha peso no regresso às aulas

Almerinda Romeira20 Ago
Estudo da Webloyalty revela que 81% dos portugueses irão gastar até 200 euros nas lojas online no regresso às aulas. O material de papelaria concentra a maior fatia dos gastos, mas tecnologia afirma-se como categoria relevante, com 33% dos compradores a adquirir dispositivos ou equipamento daqui até ao Natal.