Depois de elogiar o ainda presidente Joe Biden – como um íntegro apaixonado pelos Estados Unidos – Kamala Harris, que já antes tinha dito que estaria presente como candidata democrata às eleições de novembro, nada mais disse sobre o assunto. O local talvez não fosse o lugar certo – uma receção, na Casa Branca, a atletas norte-americanos que estarão presentes nos jogos olímpicos de Paris – mas alguns analistas parecem ter achado um pouco estranho.
Até porque, dizem, o tempo para substituir a candidatura é tão pouco, que todos os lugares são bons para apelar ao voto na nova representante dos democratas. Ao contrário, outros analistas afirmaram que o protagonismo não era de Kamala Harris, pelo que seria uma deselegância que a nova candidata estivesse a ocupar a antena com os seus interesses.
Seja como for, Harris manteve nada disse sobre o assunto das presidências. Paralelamente, teve uma excelente notícia: depois de ser conhecida a sua decisão (ou do partido) de avançar, a campanha recebeu 50 milhões de dólares de ajuda – o que demonstra que Kamala Harris está confortável na frente do financiamento, o que é primeiro passo para que as coisas lhe possam correr bem na frente política.