A Universidade da Madeira (UMa) e a Fundação Belmiro de Azevedo estabeleceram um protocolo de cooperação para ajudar as populações de tartarugas marinhas da Região Autónoma da Madeira.
“Este protocolo, com a vigência de um ano e meio, prevê a criação das infraestruturas e do conhecimento necessário para proteger duas das espécies mais abundantes na Madeira: a tartaruga boba (Caretta caretta) e a tartaruga-verde (Chelonia mydas)”, explica a instituição de ensino superior.
A UMa sublinha que o protocolo inclui também a criação de um programa de literacia do oceano, com foco nas tartarugas marinhas.
“Este programa terá um caracter educacional e irá divulgar o conhecimento das espécies com base científica, bem como, investigar alguns tópicos urgentes para a proteção das mesmas”, acrescentou a UMa.
A instituição de ensino superior sublinha que na origem deste protocolo esteve o facto de Portugal, em específico a Madeira, “ser o país da União Europeia com a segunda maior área marítima e, como tal tem uma responsabilidade acrescida pois esta é uma área que as tartarugas marinhas do Atlântico Norte necessitam para completar os seus ciclos de vida”.