5 sentidos

Graça Morais: Num mundo à deriva, resta-nos a amizade, o amor e a arte

Aos 78 anos, a pintora Graça Morais não mente a si própria. Pinta as dores do mundo, as caminhadas do medo que habitam o ser humano. “Nem todos os artistas pintam cenas trágicas, mas o seu papel é dizer a verdade.” Até 13 de setembro, no Palácio Anjos, em Algés, vale a pena enfrentar a sua perplexidade perante um mundo que se estilhaça.
Ana Pina29 Ago
Graça Morais: Num mundo à deriva, resta-nos a amizade, o amor e a arte

Banho de teatro

O Festival Imersão estreia-se a 20 de Outubro, pelas 18.00, com uma visita guiada ao mural “Um corpo é um território de silêncio”, no Teatro Ibérico.
Redação15 Out
Banho de teatro

O conceito do Iminente este ano é a partilha

“Esta não é uma edição normal.” Quem o diz é Carla Cardoso, directora do Iminente, quando confrontada com a mais recente reinvenção do festival de música e artes visuais, que depois de ter passado por Oeiras, por Monsanto e pela Matinha, este fim-de-semana volta a mudar de poiso e a mexer com a cidade e a periferia, assumindo um novo apelido: “Takeover”.
Luís Filipe Rodrigues14 Out
O conceito do Iminente este ano é a partilha

The Legendary Tigerman: “Não queria ficar preso ao passado”

Paulo Furtado já viveu muito. Conhecemo-lo nos anos 90, de guitarra em punho, ladeado por Victor Torpedo, Kaló, André Ribeiro e Toni Fortuna, os Tédio Boys, gangue coimbrão reconhecido pelos concertos orgiásticos e pelo rock and roll afogueado que propagavam. Mas nenhum fogo arde para sempre e, ao fim de uma década, separaram-se.
Luís Filipe Rodrigues30 Set
The Legendary Tigerman: “Não queria ficar preso ao passado”

Um salto de três décadas

Entre 1988 e 1993, foram emitidas as cinco temporadas da série “O Viajante do Tempo”, o título em português da série que por cá passou na RTP1 e que no original respondia pelo nome Quantum Leap (ou Salto Quântico).
Renata Lima Lobo17 Set
Um salto de três décadas

Coitado do sedutor

Serge Bozon, o realizador de Don Juan, deu a volta, no seu filme anterior, Madame Hyde, à história clássica de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, pondo Isabelle Huppert no papel de uma professora de liceu desconsiderada quer pelos alunos, quer pelos colegas, e que se transfigura depois de certa noite de tempestade ter sido atingida por um raio. Passa a ser uma professora exemplar, e a relacionar-se muito bem com os alunos e o corpo docente, sendo alcunhada de Madame Hyde devido a tão grande e súbita transformação, e vendo mesmo a vida sexual com o marido, que era inexistente, melhorar imensamente.
Eurico de Barros16 Set
Coitado do sedutor

Muita parra, muita uva

O fim do Verão é sinónimo de vindimas em Portugal, e para entrar na grande festa do vinho, não faltam opções. Teresa David sugere seis programas, muitos deles com almoço e prova incluídos.
Muita parra, muita uva

Os VEENHO fizeram ‘Lofizera’ para se salvar, “para nos salvar”

Lofizera, o álbum de estreia dos VEENHO, abre com insolência – a atitude – e “Insolência” – a canção. Ouvimo-la pela primeira vez em Dezembro de 2020, quando era só um single. Passados três anos, mantém a mesma urgência e pertinência. Aliás, para muitos, depois de uma pandemia que arruinou milhões e num contexto em que as crises se multiplicam e os horizontes de futuro se desvanecem, as suas palavras podem soar ainda mais pertinentes. Quando nos sentimos a afogar, assustados e à procura de um – de qualquer – salva-vidas, precisamos ainda mais de ouvir que “amanhã assusta/ lofizera para nos salvar”.
Redação27 Ago
Os VEENHO fizeram ‘Lofizera’ para se salvar, “para nos salvar”