“Turismo tem a responsabilidade de ser um ativo estratégico para Portugal”, afirma Carlos Abade

Presidente do Turismo de Portugal assume que o setor é o motor de transformação da economia nacional, mas que com o início do novo ciclo surgem três desafios: criar conhecimento pelas empresas, evolução da Inteligência Artificial e cooperação estratégica,

“Turismo tem a responsabilidade de ser um ativo estratégico para Portugal”, afirma Carlos Abade
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Depois de um ano onde bateu todos os recordes o setor do turismo arranca para 2026 com novos desafios e sentido de responsabilidade para com Portugal. “O turismo tem a responsabilidade de ser um ativo estratégico para Portugal, de ser o motor de transformação da nossa economia e contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas”, afirmou Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal, na conferência ‘Visit Portugal’, que decorre esta terça-feira, na Estufa Fria, em Lisboa.

O presidente salientou que com este novo ciclo, o turismo tem de crescer com mais impacto, mais equilíbrio ao nível da distribuição de valor e da partilha do consumo de recursos versus benefícios. “Mais do que volume é preciso crescermos com mais valor e se queremos crescer em valor temos de vencer três desafios”, referiu.

O primeiro passa pela criação e difusão de mais conhecimento pelas empresas. O segundo tem como foco a dimensão da Inteligência Artificial, onde o turismo tem de evoluir no sentido de ser protagonista no processo de transformação para as empresas.

Por fim, a cooperação estratégica para um crescimento cada vez mais rápido, fortalecendo a dimensão das empresas. “O turismo é um ator ativo no sentido de criar condições para que a economia cresça de forma global”, realçou.

Carlos Abade destacou ainda a dimensão do capital humano para que o setor continue a crescer. “Queremos ser inovadores, dinâmicos, criativos e ousados porque é desta forma que conseguimos criar propostas de valor. Só assim poderemos dar condições para que as pessoas possam viver cada vez melhor”, sublinhou.

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