Turismo da Madeira cresce 24% (com áudio)

Os proveitos totais e de aposento registaram subidas de 31,9% e 35,6%, para os 49,6 e 34,5 milhões de euros.

Turismo da Madeira cresce 24% (com áudio)
Hotelaria Madeira

O turismo da Madeira teve uma subida de 24,4%, nas dormidas, em outubro, para as 902,5 mil, quando comparado com o período homólogo, de acordo com os dados da Direção Regional de Estatística (DREM).

Os proveitos totais e de aposento registaram subidas de 31,9% e 35,6%, para os 49,6 e 34,5 milhões de euros.

Em outubro a hotelaria concentrou 78,2% do total das dormidas, uma subida de 19,7% face ao ano anterior, enquanto que o alojamento local cresceu 48,3%, e correspondeu a 19,6% do total das dormidas, e o turismo rural cresceu 17,8% e representou 2,1% do total das dormidas.

O mercado de França subiu 41,8% enquanto que Grã-Bretanha e Alemanha cresceram 20,1% e 16,1%. Já o mercado nacional cresceu 28,3%.

Em outubro 89,9% dos estabelecimentos do alojamento turístico registaram movimento de hóspedes. A hotelaria teve 93,8% dos estabelecimentos com movimento de hóspedes (93,8%), alojamento local (89,8%), turismo no espaço rural (84,1%).

O valor da estada média no total do alojamento turístico desceu para as 4,63 noites face às 4,84 noites do ano passado.

A taxa de ocupação-cama do alojamento turístico ficou em 63,9%, mais 3,6% quando comparado com o ano anterior, enquanto que a taxa de ocupação-quarto chegou aos 73,9%, quando no ano anterior se fixou em 67,8%.

Em outubro os proveitos de aposento por quarto disponível (RevPAR) ficaram em 62,98 euros, mais 25,5% face ao ano anterior.

Já o proveito médio por quarto utilizado (ADR) ficou em 85,19 euros, mais 15,2% face ao período homólogo, e na hotelaria o valor ficou em 87,70 euros, um crescimento de 16%.

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Região observou o maior aumento dos proveitos totais (19,8%) e de aposentos (19,7%) em julho em Portugal Continental e regiões autónomas, mas com uma quebra de turistas norte-americanos que começou no ano passado e que José Santos alerta que está consolidar-se de forma negativa em 2026. "Estamos a procurar identificar e perceber essas causas", refere.