Turismo cresce 0,9% em agosto e atinge os 3,8 milhões de hóspedes

Os portugueses optaram por ficar o mês de agosto no país, tendo as dormidas dos residentes aumentado 4,1%, para 3,8 milhões, enquanto as dos não residentes desceram 0,5% para 6,9 milhões.

Turismo cresce 0,9% em agosto e atinge os 3,8 milhões de hóspedes
turismo-lisboa

O setor do turismo registou 3,8 milhões de hóspedes durante o mês de agosto, o que corresponde a um aumento de 0,9%, enquanto as dormidas subiram 1,1%, para 10,7 milhões, segundo as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os portugueses optaram por ficar o mês de agosto no país, tendo as dormidas dos residentes aumentado 4,1%, para 3,8 milhões, enquanto as dos não residentes desceram 0,5% para 6,9 milhões.

Os Estados Unidos foram o mercado emissor que liderou o crescimento, com um aumento de 9,8%, seguindo-se o Canadá, com uma subida de 8,5%. Já o mercado espanhol foi o que registou a maior quebra, de 9,1%, seguido do italiano, com 6,9%.

Apesar do crescimento dos Estados Unidos, o mercado britânico foi quem liderou, sendo responsável por 16,9%.

O centro de Portugal foi a região que registou o maior decréscimo de dormidas, de 3%. Já a região da Madeira apresentou o crescimento mais expressivo, de 3,7%, contudo foi o Algarve que concentrou 30,3% do total das dormidas.

Os proveitos totais deste setor permaneceram robustos em agosto, com um crescimento de 6,5%, e os proveitos de aposento aumentaram 5,5%. O rendimento médio por quarto disponível atingiu os 116,8 euros, o que se traduz num aumento de 2,6% e o rendimento médio por quarto ocupado chegou aos 159,2 euros, um crescimento de 4,3%.

Relacionado

“Não nos deslumbramos com os números. Este é um ano desafiante”, diz presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo

“Não nos deslumbramos com os números. Este é um ano desafiante”, diz presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo

Região observou o maior aumento dos proveitos totais (19,8%) e de aposentos (19,7%) em julho em Portugal Continental e regiões autónomas, mas com uma quebra de turistas norte-americanos que começou no ano passado e que José Santos alerta que está consolidar-se de forma negativa em 2026. "Estamos a procurar identificar e perceber essas causas", refere.