TAP lança nova emissão de dívida de 300 milhões de euros a cinco anos

A operação arrancou esta quarta-feira com a apresentação formal aos mercados. Segundo fontes da Blooberg, a companhia aérea nacional agendou uma global investor call (reunião global com investidores) para as 11h00 de Londres (12h00 em Portugal Continental). Estão ainda previstas reuniões virtuais em pequenos grupos com potenciais investidores entre hoje e amanhã, dias 17 e 18 de junho, avança a Bloomberg.

TAP lança nova emissão de dívida de 300 milhões de euros a cinco anos
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A TAP Air Portugal está a preparar o lançamento de uma nova emissão de obrigações seniores no valor de 300 milhões de euros com maturidade a cinco anos, com vencimento em junho de 2031.

Segundo avançou a agência Bloomberg esta quarta-feira, a companhia aérea nacional arranca hoje com a apresentação da operação aos mercados financeiros, tendo agendada uma conferência global com investidores (global investor call) e reuniões virtuais em pequenos grupos ao longo de hoje e de amanhã.

De acordo com a informação recolhida pela Bloomberg junto de fontes próximas do processo, os títulos serão emitidos em formato de dívida sénior de taxa fixa (Reg S) e preveem um rating esperado de Ba3 pela Moody’s e de BB- pela Standard & Poor’s.

A operação, cujo valor nominal mínimo por título está fixado em 100 mil euros, destina-se exclusivamente a contrapartes elegíveis e clientes profissionais, estando vedada ao mercado de retalho. Os fundos captados com esta emissão serão canalizados para fins corporativos gerais da empresa, avança a Bloomberg.

A estrutura da dívida conta com cláusulas financeiras habituais, incluindo a proteção em caso de mudança de controlo da empresa (Change of Control a 101%), uma cláusula de reembolso antecipado total (Make-Whole Call) e a opção de reembolso ao par nos seis meses anteriores à maturidade.

A montagem financeira desta operação está a ser liderada pelo Citigroup e pelo Crédit Agricole CIB, que atuam como coordenadores globais, contando ainda com o Bank of America e o Morgan Stanley como intermediários financeiros (joint bookrunners).

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