“Tal como eu, não deseja ver o candidato do PS nem do Chega em Belém”. Cotrim pede apoio do PSD e de Luís Montenegro

O candidato da Iniciativa Liberal faz um apelo público aos democratas e ao primeiro-ministro, aproveitando para citar Sá Carneiro sobre a coragem que se exige ao mudar o sentido de voto. "Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um".

“Tal como eu, não deseja ver o candidato do PS nem do Chega em Belém”. Cotrim pede apoio do PSD e de Luís Montenegro
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Depois do apelo ao voto útil na sua candidatura, João Cotrim de Figueiredo pede esta quarta-feira ao Partido Social Democrata (PSD) e ao primeiro-ministro, Luís Montenegro o voto na sua corrida a Belém. “Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém”, escreve o candidato da Iniciativa Liberal (IL).

João Cotrim de Figueiredo considera que a sua candidatura é a única capaz de evitar esse cenário e recorda uma expressão de Francisco Sá Carneiro, sobre a coragem que se exige ao mudar o sentido de voto. “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”.

O candidato apoiado pela Iniciativa Liberal defende que não “quer menorizar a candidatura” apoiada pelos democratas, mas assume que está “consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim”, pedindo agora a Luís Montenegro, que “se junte a eles”.

“Como vossa excelência afirmou na passada semana: “Não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta”. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras”, insistiu.

Para Cotrim de Figueiredo, Portugal precisa de um Presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor.

“Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco. Pelo futuro de Portugal”, refere.

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