O deputado do Chega à Assembleia da República, Francisco Gomes, considerou que o Centro Internacional de Negócios (CINM), ou Zona Franca, não serve os interesses da Região, e vincou a necessidade do arquipélago ter investimento externo, que crie novos postos de trabalho e que aumente receitas.
O Chega vai propor o prolongamento das licenças. Entidade gestora da Zona Franca acredita que empenho da Região e trabalho dos deputados da Madeira levarão à prorrogação.
O alerta é deixado pelo presidente da ACIF-CCIM. O dirigente da organização chama a atenção que um cenário de incerteza afugentaria possíveis investidores no Centro Internacional de Negócios.
Além da defesa da Zona Franca o eurodeputado madeirense, Sérgio Gonçalves, reivindica um programa para os transportes, um plano europeu para a habitação acessível e o aumento das quotas de pesca.
O advogado José Calejo Guerra, de Direito Fiscal, considera que este desfecho foi “de alguma forma surpreendente", significa “uma vitória estrondosa” da Comissão Europeia e pode levantar questões para o caso de Portugal, que tem a Zona Franca da Madeira e regime de RNH.