A inteligência artificial está a encurtar a distância entre uma fragilidade e as suas consequências. O que está em causa não é apenas a segurança dos sistemas, mas a margem de decisão das organizações.
O conhecimento avançou mais rapidamente do que a transformação. O problema não é a ignorância, nem a falta de dados, mas sim o crescente fosso entre o que sabemos e o que estamos dispostos a mudar.
As principais oportunidades para 2024 são o possível recuo das tensões geopolíticas na Ucrânia e no Médio oriente; e uma desinflação “milagrosa” que permitiria os bancos centrais baixar aceleradamente as taxas de juro.
A desertificação é um fenómeno de difícil perceção para a sociedade no geral, mas importa ter a noção de que é muito mais difícil inverter este fenómeno do que implementar medidas e ações de prevenção.
Talvez a médio prazo a mão de obra mais vulnerável encontre novas soluções para fugir à sazonalidade da economia, do dinheiro e da confiança. Mas, para já, há que surfar a onda e aproveitar o que aí vem.