A UE que conhecíamos, e que sempre constituiu um baluarte de defesa de direitos humanos, corre o risco de adotar um discurso cada vez mais divisivo, nacionalista e anti-imigração.
Atrair investimento sem vender a alma, estimular a criação de riqueza sem que essa riqueza se acomode em paraísos fiscais, e proporcionar uma vida digna a todos os nossos compatriotas, é um exercício político muito exigente.