Microsoft e Mistral anunciaram em julho um novo acordo para expandir a infraestrutura de inteligência artificial (IA) na Europa. "A Microsoft irá aproveitar a infraestrutura expandida de Unidade de Processamento Gráfico (GPU) da Mistral na Europa para aumentar a capacidade de desenvolvimento de IA e para suportar a entrega dos serviços de cloud (ou nuvem) e IA da Microsoft", referiram as duas empresas.
Speedinvest Africa Fund foi projetado para otimizar o acesso ao financiamento a longo prazo, ambiente empresarial e resiliência das startups e das pequenas e médias empresas (PME) em África.
Operação de financiamento é anunciada meses depois de a empresa de mobilidade angolana ter captado três milhões de euros junto de um consórcio internacional liderado pelas sociedades de capital de risco BREEGA e Speedinvest.
O maior risco do capital de risco não é investir em inovação. É investir sem visão, é investir sem compreender que não é só sobre dinheiro, é sobre capacidade de definir e governar futuros possíveis.
Tom Wehmeier e Sarah Guemouri são os autores do relatório da empresa de capital de risco Atomico 'State of European Tech'. Em entrevista ao JE abordam as conclusões do documento relativamente a Portugal. O relatório indica que em 2025 será captado menos capital face ao ano anterior deixando Portugal na 14ª posição na Europa em capital total investido. Autores consideram que Portugal, juntamente com Espanha e os países nórdicos, estão a se afirmar como um hub de centros de dados.
O desafio para os decisores políticos será garantir que um maior controlo regulatório não compromete a inovação ou a agilidade, dois fatores que a Europa não pode dar-se ao luxo de limitar.
A sociedade de capital de risco Bynd Venture Capital fechou 2025 com 11 novos investimentos em Portugal e Espanha. Em meados de 2024 abriu o fundo III que já conta com 15 participadas, sendo seis portuguesas e nove espanholas.
Cada um dos três fundos de capital de risco, de acordo com a emissora estatal CCTV, transcrita pela agência noticiosa Reuters, devem beneficiar de contribuições de capital superiores a seis mil milhões de euros.
O objetivo deste investimento é permitir a esta healthtech crescer nos EUA, alargar as equipas tecnológicas e de vendas, acelerar o desenvolvimento de produtos e aumentar as receitas.
Pelo trigésimo trimestre, o território britânico foi o destino de topo para capital de risco (venture capital), reunindo 30% de todo o capital angariado, através deste mecanismo, no continente europeu este ano.
O estudo revela que no primeiro trimestre de 2025, foram investidos 126,3 mil milhões de dólares por empresas de capital de risco, dos quais 73,1 mil milhões de dólares foram investidos em startups de IA, representando 57,9% do valor total.
O mercado de transações em Portugal totalizou, em maio, 1.133 milhões de euros, numa quebra face aos 1.715 registados no mês homólogo. Os números constam do relatório mensal da TTR Data consultado pelo Jornal Económico (JE). Em maio, foram registadas 36 operações tanto anunciadas como encerradas.
“Tendo em conta os desafios que a economia Europeia enfrenta e a necessidade imperiosa do aprofundamento do Mercado Único, é importante que as associações de Capital de Risco dos vários países europeus se coordenem de forma a possibilitar o crescimento da indústria na Europa”, defendeu Stephan de Moraes na sua intervenção.
Boletim mensal da TTR Data sobre o mercado ibérico reporta uma queda de 62% do valor agregado das fusões, private equity, venture capital e aquisições de ativos em Portugal para 385 milhões de euros.
O número de negócios caiu 28%, mas a média dos valores envolvidos disparou, gerando um acréscimo no valor acumulado, de acordo com as contas da GlobalData.
O verdadeiro sucesso de uma startup não pode ser medido apenas pela sua valorização, mas sim pela capacidade de criar impacto real, empregos estáveis e sustentar o seu crescimento a longo prazo.
O Fundo Indico VC II, da Indico Capital Partners, aumentou de 35 milhões de euros para 50 milhões de euros, enquanto o Fundo Juno, da Oxy Capital, cresceu dos anteriores 30 milhões de euros para os atuais 50 milhões de euros.
Antiga Sonae IM tem nova participada: uma empresa de Washington que se chama “polvo” em hebraico por fazer negócio com os vários “braços” da indústria da cibersegurança, nomeadamente a gestão de descoberta de ameaças e resposta.