O Ministério Público diz que se trata de um dos "mais espalhafatosos dos últimos anos, que infelizmente vincula funcionários do Estado venezuelano e empresários (…) que beneficiam com a corrupção, e até jovens”, e que "foi detetada uma rede de funcionários que, aproveitando-se das suas posições e níveis de autoridade, procederam a realizar operações petrolíferas paralelas às da PDVSA (…) acreditando que não seriam descobertos, através da Superintendência de Cripto-ativos (Sunacrip) e do carregamento de petróleo em barcos, sem controlo administrativo ou garantias, em violação dos regulamentos de contratação necessários para o efeito”.